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Você consultaria com um médico que não tem registro no CRM? Contrataria um advogado que não é reconhecido pela OAB? Por que então muitas pessoas acreditam quando alguém surge do nada se dizendo “rabino messiânico” ou “rosh” e abre um trabalho supostamente “judaico-messiânico”? Por que não checam as referências, as credenciais, as ordenações e por quem tal trabalho é reconhecido? Por mais recente que o movimento judaico-messiânico seja no Brasil, há sempre a responsabilidade de se atestar as referências de qualquer trabalho que se auto-intitule “Judaico-Messiânico”. Podemos ainda ser poucos em Israel e no mundo, mas nos conhecemos mutuamente e tentamos nos unir apesar das diversidades. Para isso, existem organizações nos EUA, Europa e ISRAEL que atestam a seriedade e a LEGITIMIDADE de qualquer trabalho judaico-messiânico ao redor do mundo. Se um trabalho se auto-intitula Judaico-Messiânico, mas não é reconhecido nem conhecido por nenhuma organização judaico-messiânica séria e idônea, nem por nenhum líder judeu-messiânico de prestígio, já temos um PÉSSIMO sinal que há algo errado…

Se algum grupo ou indivíduo se diz “judeu-messiânico”, está automaticamente (consciente ou inconscientemente) dizendo fazer parte de um movimento presente em vários países, incluindo Brasil e ISRAEL. Neste movimento, há centenas de congregações e dezenas de organizações que, apesar de não concordarem doutrinariamente em tudo, se conhecem mutuamente e se responsabilizam uns pelos outros. Isso ocorre pois no judaísmo (seja messiânico ou não), há uma premissa maior que acatamos: “Col Israel areví ze le ze” – ou seja, Todo o Israel é responsável uns pelos outros. Não concordamos em tudo, mas fazemos parte de um mesmo mover profético e temos que nos esforçar para trabalhar juntos apesar das diferenças. Criar um grupo “judaico-messiânico” sem nunca ter sido discipulado por outros judeus messiânicos, sem ter tido contato algum com outra congregação judaico-messiânica, sem buscar relacionamento com outros grupos de judeus messiânicos (mais antigos e mais experientes), acarreta em um isolamento.

A UMJC, MJAA, Tikkun, Jewish Voice, Netivyah, e outras organizações messiânicas não representam ‘a única verdade ou vertente’ no movimento judaico-Messiânico. Estas organizações são todas sérias e idôneas, mas divergem entre si em vários aspectos doutrinários. Porém, TODAS se reconhecem e se ajudam mutuamente. É por isso que atualmente elas ajudam a delimitar a legitimidade de um trabalho judaico-messiânico. Mesmo que uma congregação não seja filiada a nenhuma organização, é fundamental que ela tenha contato ou aval de líderes judeus-messiânicos de reputação comprovada dentro do movimento. Era assim na época dos apóstolos, e é assim até os dias de hoje nos meios judaicos. Qualquer pessoa que se identificasse como ‘apóstolo’ nos dias do 1º século, deveria possuir o aval do presbitério de Jerusalém. Qualquer congregação que surgisse como autêntica naqueles dias, deveria ter algum vínculo com os apóstolos em Jerusalém para ser considerada ‘kasher’ em relação à doutrina e à prática. Com o judaísmo atual é a mesma coisa: uma sinagoga que não é reconhecida por nenhuma instituição judaica (seja ortodoxa, reformista ou conservadora), não é uma sinagoga legítima. Da mesma forma, uma Congregação Judaico-messiânica que é alheia ao movimento judaico messiânico no Brasil e no mundo, que não se relaciona e que não é conhecida nem reconhecida por nenhuma organização ou líder que seja autoridade dentro do movimento, não pode ser uma congregação autêntica.

 

Referências são fundamentais em tudo na vida, especialmente no que diz respeito ao ensino bíblico (Mt cap. 07).

 

O Ministério Ensinando de Sião – BRASIL usa suas referências com o único e específico propósito de dar segurança e tranquilidade às pessoas que nos procuram e desejam saber mais a nosso respeito e a respeito do Movimento Judaico-Messiânico no Brasil e no mundo. Há muitos falsos profetas em nossos dias, falsos judeus e falsas congregações Judaico-Messiânicas que não são reconhecidas por nenhum outro grupo judaico-messiânico no mundo e que têm trazido grande confusão e divisão tanto nos meios judaicos tradicionais como nos meios cristãos evangélicos. Analise nossos frutos, as pessoas que conosco andam e nosso legado e história no Brasil, ISRAEL e EUA. Aprendam a discernir quem é quem no verdadeiro movimento Judaico-Messiânico mundial, pois há muitos que tentam tirar proveito da ignorância das pessoas para disseminarem suas falsas doutrinas e estranhezas em relação ao judaísmo e ao ensino de Yeshua e dos Apóstolos. Se não são reconhecidos nem conhecidos por nenhuma organização ou líder sério do movimento, é porque existem razões doutrinárias e comportamentais importantes para tal. Não seja enganado!

Para saber o que é e o que não é o Ministério Ensinando de Sião, clique aqui.

Para conhecer mais sobre o Conselho das Congregações Judaico-Messiânicas do Brasil, clique aqui.

Para conhecer as doutrinas estranhas que supostos “judeus-messiânicos” têm difundido em alguns estados brasileiros, clique aqui.

 

Autor:

Nascido em 1977, Matheus é descendente de Judeus com origem na Itália e em Portugal. É graduado em Comunicação Social (PUC-MG) tendo também estudado teologia com ênfase em Estudos Judaicos (EUA) e Hebraico e Cultura Judaica (Israel). Atua como professor na Sinagoga Har Tzion, em Belo Horizonte, desde 2001. Atualmente, é vice-presidente do Ministério Ensinando de Sião – Brasil, diretor do CATES (Centro Avançado de Teologia Ensinando de Sião), da TVSIAO.COM e um dos líderes da Sinagoga Har Tzion. Matheus é casado com Tatiane e tem dois lindos filhos, Daniel e Benjamin. (facebook.com/mzandonna)

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