- Part 4

Arquivo do autor

26.02.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Menorah

A Menorá (candelabro de sete pontas) é, sem dúvida, o símbolo judaico mais antigo e mais imponente de que se tem relato. Ela também representa, desde os tempos mosaicos, Israel e o povo judeu. Mas o que realmente este maravilhoso símbolo milenar representa? Qual será seu verdadeiro significado? Para responder estas e outras perguntas, vejamos o primeiro texto na Torá onde a Menorá é descrita:

19.12.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

Refletindo sobre Eclesiologia e combatendo falsos ensinos

A concretização da ruptura do cristianismo com Jerusalém e sua ida para Roma se deu no séc. IV d.C. Em 325 d.C., em Níceia (Turquia) os bispos do então império reuniram-se para definir o cristianismo e seus dogmas, sob ordens do primeiro imperador cristão Constantino (que de Cristão nunca teve absolutamente NADA!). Aí foi criado o Cristianismo. Nenhum líder judeu da Igreja foi convidado a participar.

21.11.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS”

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolheram chamar a terra que eles controlavam de ‘Palestina’, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.” Golda Meir

18.10.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Incoerência da Teologia da Substituição

O espírito triunfalista da Igreja em relação a ISRAEL tem sido o motivo de seu distanciamento em relação ao propósito divino. Pseudo-teólogos e orgulhosas denominações que se acham detentoras da fé e guardiãs da sã doutrina, não fazem a mínima idéia que são as promessas dadas a Israel (dentre elas, o próprio Cristo) que sustentam a sua fé (Rm 9:5-4, 15:27). Quem rejeita a Israel está rejeitando sua própria salvação. (Jo 4:22).

2.07.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O 1º Museu da História da Inquisição do Brasil

“O Brasil terá seu primeiro museu sobre a história da Inquisição, revelando verdades que foram escondidas.”

A inquisição chegou a Portugal em dezembro de 1496, quando Dom Manuel casou-se com a viúva do Rei Ferdinando Aragão da Espanha, que havia expulsado os judeus daquele país em 1492. A partir de então, as leis da Inquisição, o Santo Ofício e os Autos-de-fé foram introduzidos em Portugal.

Assim, o Brasil nasceu durante plena Inquisição Íbero-lusitana que durou quase três séculos e meio. Na verdade, o Brasil foi como um “Mar Vermelho” que se abriu para milhares de judeus portugueses que foram forçados sob pena de morte à conversão ao catolicismo. Eram os chamados Cristãos-Novos. “Marranos”, “Anussim” ou mesmo “Criptos-Judeus” que esperavam encontrar no Brasil um lugar mais seguro para se viver, pelo menos, longe das fogueiras inquisitoriais. Entretanto, em 1591, o Brasil recebeu pela primeira vez o Inquisidor português Heitor Furtado de Mendonça que aqui instalou uma extensão do Santo Ofício para perseguir, processar, deportar, torturar e condenar esses imigrantes e seus descendentes, dos quais muitos terminaram executados nas fogueiras da Inquisição em Lisboa.

3.06.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

ALERTA!

Você consultaria com um médico que não tem registro no CRM? Contrataria um advogado que não é reconhecido pela OAB? Por que então muitas pessoas acreditam quando alguém surge do nada se dizendo “rabino messiânico” ou “rosh” e abre um trabalho supostamente “judaico-messiânico”? Por que não checam as referências, as credenciais, as ordenações e por quem tal trabalho é reconhecido? Por mais recente que o movimento judaico-messiânico seja no Brasil, há sempre a responsabilidade de se atestar as referências de qualquer trabalho que se auto-intitule “Judaico-Messiânico”. Podemos ainda ser poucos em Israel e no mundo, mas nos conhecemos mutuamente e tentamos nos unir apesar das diversidades. Para isso, existem organizações nos EUA, Europa e ISRAEL que atestam a seriedade e a LEGITIMIDADE de qualquer trabalho judaico-messiânico ao redor do mundo. Se um trabalho se auto-intitula Judaico-Messiânico, mas não é reconhecido nem conhecido por nenhuma organização judaico-messiânica séria e idônea, nem por nenhum líder judeu-messiânico de prestígio, já temos um PÉSSIMO sinal que há algo errado…

2.06.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O Contexto Descontextualizante

Um certo índio, membro de uma das tribos ainda sem contato com o homem branco, possuía uma missão especial. Em sua tribo, ele era um dos responsáveis por preparar o alimento. Em especial, sua tarefa era esquentar a água a ser utilizada no preparo dos extratos e sumo de raízes. Para realizar tal responsabilidade, ele utilizava folhas muito finas de uma planta da região, dobradas e amarradas formando uma espécie de concha. A água era colocada dentro deste recipiente feito de folhas e este era levado ao fogo. Quando a água começava a ferver, ele a levava para outro índio, que já estava com sua mistura pronta, aguardando a água quente. Assim, a comida era preparada e todos da tribo se alimentavam com fartura.

19.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O elo perdido

O Ministério Ensinando de Sião – BRASIL está disponibilizando gratuitamente em seu portal no youtube (www.youtube.com/tvsiaobrasil) o estudo: O ELO PERDIDO – A Doutrina Apostólica para a Igreja sobre Israel, de autoria do professor Matheus Zandona Guimarães. Este estudo representa uma das FUNDAÇÕES da visão da Restauração da Igreja aos moldes do livro de Atos. Representa também o trabalho do Ministério Judaico-Messiânico Ensinando de Sião na pessoa de seus líderes e fundadores, tanto no Brasil como em ISRAEL. Saiba qual é a doutrina Apostólica que tem sido mascarada e negligenciada há quase 2000 mil anos pelos pais da Igreja Católica e também pelos pais da Reforma Protestante, impedindo que a Igreja entenda e vivencie em plenitude sua identidade em Cristo, a qual, além de comprada e remida pelo sangue do Cordeiro, foi também feita concidadã e co-herdeira com Israel nas Promessas e Alianças de Deus. ESTUDO IMPERDÍVEL E FUNDAMENTAL PARA TODOS OS QUE DESEJAM ENTENDER A VISÃO DA RESTAURAÇÃO DAS RAÍZES DA FÉ.

19.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

4º Curso de Inverno do Ensinando de Sião – Entendendo a Restauração

Ocorreu na cidade de Curitiba entre os dias 28 e 31 de Julho, o 4º Curso de Inverno promovido pelo Ministério Ensinando de Sião. Anualmente, o Ministério Ensinando de Sião e sua escola teológica CATES (Centro Avançado de Teologia Ensinando de Sião), promovem um curso intensivo de teologia para os interessados na visão da Restauração da Igreja e de Israel. Este ano o tema escolhido foi “Entendendo a Restauração”, e todas as palestras foram ministradas para prover o entendimento teológico e profético deste verdadeiro fenômeno eclesiástico da pós-modernidade.

19.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

Shavuôt e a capacitação dos Santos

Estamos celebrando nesta semana a Festa de Shavuôt (Pentecostes). Shavuôt é uma das três festas de peregrinação mencionadas na Torá, além de Páscoa (Pêssach) e Sucôt (Tabernáculos). Nestas festas, judeus e não judeus de todas as partes do mundo se reuniam em Jerusalém para adorar ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó.