Artigos e estudos | Ensinando de Sião

Artigos e estudos

19.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Restauração Já!!!

No último dia 14 de abril de 2017, o Ministério Ensinando de Sião teve o […]

18.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Um estado palestino? Qual o posicionamento de Israel?

 Por Daniel Juster Alguns dos meus amigos acham a política de Israel muito confusa. O […]

15.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

O Verdadeiro Sentido da Páscoa (Pêssach)

Páscoa é a festa que marca o início do calendário bíblico de Israel e delimita as datas de todas as outras festas na Bíblia. Páscoa (Pêssarr, em hebraico) significa literalmente “passagem” (pois o Senhor “passou” sobre as casas dos filhos de Israel, poupando-os. Ex 12:27). É uma FESTA instituída por D-us como um memorial para que os filhos de Israel jamais se esquecessem que foram escravos no Egito, e que o próprio D-us os libertou com mão poderosa, trazendo juízo sobre os deuses do Egito e sobre Faraó. (Ex 12).

12.04.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

Subindo a “rampa” de 49 dias de Páscoa à Pentecostes

Passamos pela celebração da festa memorial de Pessach (páscoa) que nos chama atenção, em analogismo, com a nossa saída do ‘egito’ (que representa o sistema do mundo que jaz em trevas[1], afastado de D´us) para a plena liberdade. A celebração da páscoa reforça nossa lembrança que não somos mais escravos do pecado. Agora somos livres em Yeshua, o Maschiach[2], na Sua ressurreição, porém sem nos esquecer que estamos ainda num processo de libertação, renovação de conceitos, pensamentos[3], nos livrando a cada dia das prisões da mente, da alma, do “eu” interior. Sempre há ‘prisões’ interiores das quais precisamos ser livres. Sempre há algo ruim ou não perfeito em nós que precisa dar lugar à consolidação do caráter de Yeshua em nós. Se saímos de fato do ‘egito’, então, precisamos estar seguros que o ‘egito’ saiu de dentro de nós também. Nascer de novo nas águas do Espírito[4] é a nossa primeira experiência, mas na caminhada pelo ‘deserto’ da vida precisaremos ainda de muita cura e libertação. Afinal, se nasce de novo em Espírito e não na carne (coisas da alma e do corpo). Na páscoa D´us nos lembra que Ele nos quer totalmente livres, mas isto não significa que viveremos sem regras e limites. A liberdade sem lei leva à libertinagem. Agora, em Yeshua, Aquele que é o Cordeiro Pascoal[5], resgatamos nossa identidade, pois não havia identidade num sistema de escravidão, quando cedíamos nossa liberdade ao senhor das trevas e éramos aprisionados nas paixões[6] de nossa carne. Agora, estamos livres e precisamos ser libertos para consolidar esta nova natureza espiritual, nosso novo nascimento em Yeshua, D´us nos tirou do ‘egito’ para nos transportar até às instruções do Monte Sinai, onde o povo hebreu recebeu no 50º. dia após a saída do Egito, a outorga da Torá[7] (matan Hatorá), as instruções de D´us, os limites que protegem e asseguram a verdadeira graça e liberdade na independência do sistema das trevas, embora ainda vivendo no “deserto” a caminho de Canaã, que tipifica o Reino de justiça, paz e alegria que será implantado neste terra quando Yeshua aqui regressar.

16.03.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

Continuando a Comunidade de Atos

Continuando a Comunidade de Atos   O Ministério Ensinando de Sião realizou entre os dias […]

6.03.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Festa de Purim e o Livro de Ester

O livro de Ester tem representado uma grande incógnita para muitos teólogos cristãos e estudiosos judeus há vários séculos. A principal razão para tal caracterização se dá pelo fato de não se ter mencionado no livro de Ester o nome de D-us; ou seja, o tetragrama não é mencionado sequer uma única vez ao longo do enredo descrito. Mas, porque os sábios e escribas judeus optaram por incluir o livro de Ester entre os escritos sagrados, aceitando sua história como verídica? Quais foram os critérios utilizados para se aceitar o livro de Ester como sendo “divinamente” inspirado?

2.02.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

UMA Torá… MUITOS Povos!

Shalom!   Vejam, vou ser bem direto e honesto com vocês: o que vocês acham […]

20.12.2016 . Por Marcelo M. Guimarães

A FESTA DE HANUKÁ

Primeiramente, o que significa a palavra hebraica Hanuká? Hanuká (ou Chanucá) significa consagração ou dedicação. Esta festa é também conhecida no meio judaico como Festa das Luzes. Em João 10:22, vemos Yeshua (Jesus) passeando no Templo na comemoração da Festa da Dedicação. Essa passagem é a única passagem bíblica no Novo Testamento que se refere à referida festa. Não encontramos esta celebração no Antigo Testamento porque o fato que deu origem a esta festa ocorreu no ano 162 a.C.

29.11.2016 . Por Matheus Zandona Guimarães

Even ha Ezer – Os 20 anos do Ministério Ensinando de Sião

Even Há Ezer – Até aqui nos ajudou o Eterno! Os 20 anos do Ministério […]

21.11.2016 . Por Marcelo M. Guimarães

Judaizar, o que é isto?

A igreja gentílica de Jesus, chamada na generalidade de cristã, ainda defende uma atitude cega e injusta quanto à sua própria origem judaica. O conceito de judaizar e rotular tudo quanto se refere a Israel ainda deixa muito a desejar. Segundo as Escrituras (Atos 15:1, Gal 2:14, etc), judaizar é forçar um gentio a circuncidar-se e aceitar a Torá de Moisés visando salvação, quando esta é só por fé em Yeshua. Neste ponto, nós judeus-messiânicos, somos muito zelosos (At 21:20), pois sabemos que não há diferenças entre judeus e gentios quanto à salvação, pois todos, indistintamente, através de Yeshua, somos membros do mesmo corpo e da família de D-us (Rm10:12; Ef 2:14-19 e 1 Co 12:27).