Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 10

Artigos e estudos

18.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

A festa dos Tabernáculos e a Igreja de YESHUA

Cada uma das festas do calendário judaico possui uma idéia central pela qual a mesma foi criada e dada por Deus. Todas as atividades e costumes que vemos em cada festa foram criados com o propósito de manifestar a idéia de mandamento divino. O calendário judaico esta tão ligado a religião e ao ciclo agrícola de Israel, que às vezes se torna impossível distinguir estes aspectos dos costumes atuais de tais festas. Tal fato, ou devo chamá-lo de mistério, é o que torna as festas e feriados judaicos únicos e especiais tanto para o judeu secular como para o religioso ; mas especialmente para o cristão.

18.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

Shaná tová! Bom ano novo de 5771!

É maravilhoso ver como HaShem é zeloso por Sua Palavra. Depois de nos ter dado uma pausa nas celebrações das festas (a última foi a festa Shavuot, Pentecostes), quando encerramos as celebrações das quatro festas que eu denomino “as festas do Messias ressurreto” (pois elas falam de Yeshua que morreu e ressuscitou), temos agora uma seqüência de mais tres festas, as “Festas Messiânicas”, pois elas falam do Messias Yeshua que voltará em glória para estabelecer o Seu Reino Milenar aqui nesta terra. Estas festas são: Hag Zicaron Teruh, Yom Kipur e Sucot, respectivamente, as Festas das Trombetas, Dia do Perdão e a grande e maior festa, a Festa de Tabernáculos.

18.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O escudo (estrela) de Davi

A Maguên David (literalmente “escudo” de Davi, ou como é mais comumente conhecida, “estrela” de Davi) é o símbolo judaico que mais identifica o judaísmo dos dias de hoje. Tradicionalmente, se acredita que a estrela de seis pontas simboliza um selo ou um escudo de armas criado pelo Rei Davi. Infelizmente, não existem provas históricas nem bíblicas para apoiar tal crença. Apesar de tal fato, encontramos a maguên David esculpida em ruínas na antiga sinagoga de Kfar Nachum (Cafarnaum), na Galiléia (vide foto), o que confirma que o símbolo já era usado pelo povo judeu por volta do século II a.C.

18.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

Rosh ha Shaná – 5771

A celebração de Rosh há Shaná (literalmente: “cabeça ou primeiro do Ano”), marca o início do ano judaico e é celebrado no primeiro dia do mês de Tishrei. Na verdade, alguns rabinos dizem que Rosh Há Shaná é o aniversário da criação, e que estaríamos completando 5771 anos de existência. Já outros rabinos afirmam que esta contagem iniciou-se logo após o dilúvio, e que os anos desde a criação até o dilúvio podem se estender por milhares ou até milhões. Todos sabem que no calendário bíblico o ano novo começa com o 1° mês, o mês de Nissan (geralmente em março/abril), com a festa da Páscoa como marco. Mas após o exílio na Babilônia, a contagem dos meses sofre alteração cronológica e nominal, e o primeiro mês passa a ser o sétimo (Tishrei). O dia da Trombeta, ou Yom Teruá, é celebrado no 1° dia do 7° mês, com grande convocação e toque do shofar (Lv 23:24-25).

18.04.2012 . Por Alexander Mendes Borges

Qual é o nosso chamado?

O grande desafio da vida de um crente nascido de novo no contexto da igreja do 1º Século é continuar a missão deixada por Yeshua. E esta também é a incumbência da Igreja.

Um desafio que se apresenta a todos que buscam com fidelidade expandir o Reino de D-us. O chamado do Senhor é muito mais do que um “Ei psiu, venha aqui!”.

18.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

Um milagre! Israel 60 anos.

No dia 14 de maio, do ano de 2008 ou 7568, Israel comemora seus 60 anos de independência. Israel é um milagre do passado, do presente e creio que será no futuro também. Começando com a peregrinação de Abraão estabelecendo-se na terra de Canaã, depois por seu filho Isaque e mais tarde o neto Jacó de quem procedeu às doze tribos, o povo de Israel não parou um dia sequer de ser perseguido, exilado, maltratado, escarnecido, rejeitado, saqueado e aniquilado. Já foram escravos no Egito por 430 anos, quase exterminados pelos Cananeus, Filisteus, Amalequitas e outros que os perseguiram durante 40 anos de travessia pelo deserto rumo à Terra de Canaã. Foram exilados na Babilônia e quase exterminados na Pérsia. Saqueados, roubados e mortos pelos Cruzados. Processados, julgados e queimados nas fogueiras da Inquisição da idade média. Sacrificados aos milhões como holocaustos de humanos nos fornos crematórios do nazismo e nos últimos 60 anos, se estabelecendo com muita luta, dor e sofrimento ao redor de 100 milhões de árabes das nações vizinhas, muitos dos quais querem simplesmente risca-lo do mapa do Oriente Médio.

18.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

A beleza da festa de Shabat

Quem já visitou a Terra Santa e lá passou um dia de Shabat sabe como é profundo e significativo este dia para o povo judeu, o povo da Bíblia.

Mas, quanta confusão e polêmica têm ocorrido em relação à observância e a guarda do Sábado, desde a época de Jesus. Quantas doutrinas, seitas e divergências surgiram em decorrência deste tema. Afinal, têm os judeus razão quando observam o Sábado, o dia de descanso, como um dos Dez Mandamentos do Senhor entregues a Moisés no Monte Sinai? Pode um cristão, debaixo da graça, não-judeu, guardar ou observar o Sábado? Se, sim, como guardar o shabat?

18.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

O grande equívoco da greve de fome

Na época da minha adolescência era comum em nosso país se fazer greve de fome contra a terrível ditadura na qual vivíamos. Era uma maneira fatídica de se protestar contra a falta de liberdade e de expressão. Era também uma maneira drástica dos grevistas dizerem que era preferível a morte do que viver sem direito de expressão e liberdade, sem a sonhada e um tanto utópica democracia. Era tudo ou nada para mudar a política do nosso país. Na ditadura não havia diálogo ou qualquer tipo de negociação. Os princípios democráticos haviam sido enterrados juntamente com o direito e conquista de um povo. Os protagonistas da democracia davam, então, sua própria vida, tentando chamar atenção para o fato. Eu mesmo acreditava que aquilo que faziam estava correto o sob o prisma do meu pequeno mundo em que vivia.

18.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

O relacionamento entre judeus e gentios na igreja do primeiro século

As vezes nos deparamos com uma situação que e muito comum hoje em dia , entre as chamadas “igrejas evangélicas” : a variedade de doutrinas. Me pergunto então como pode isto ser sendo um só o nosso ensinamento , uma só a nossa bíblia e um só o nosso Senhor . Em muitas igrejas da atualidade vemos tradições e costumes que , se comparados com a palavra , estão totalmente fora da vontade de D-us. E se tentamos nos levantar contra tais tradições , com base nas escrituras , para levar a verdade para os que estão enganados, somos quase “apedrejados” pelos mesmos. A igreja criou raízes fortes em terra contaminada.

18.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

Quando a igreja se apaixonará pelo seu noivo judeu?

Muitas vezes me pergunto: Deve Jesus se atualizar e se renovar para alcançar sua “noiva” moderna do século XXI ou a Igreja moderna é que precisa retroceder 2000 anos para alcançar e reconquistar um noivo judeu?

Quais foram as condições deste noivado? Em que contexto e princípios? O noivo deu “um tempo”ou Ele continua a cada dia preparando “sua noiva” para a celebração das Grandes Bodas? Será que esta noiva continua fiel aos princípios promulgados e vividos pelos primeiros membros do Corpo de Cristo do primeiro seculo?