Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 2

Artigos e estudos

26.09.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

Yom Kipur (Dia do perdão)

Nesta época (início do outono – Israel ou primavera – Brasil), os judeus do mundo comemoram a seqüência de festas típicas da estação de outono: o Rosh Hashaná (também conhecido como festa das trombetas), os 10 dias de Arrependimento (cujo último dia é conhecido como Yom Kipur, o dia do Perdão) e a Festa dos Tabernáculos ou festa da colheita (Sucôt).

16.09.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Jantar para Rosh ha Shaná

Ministério Ensinando de Sião – BRASIL/ISRAEL www.ensinandodesiao.org.br   NOTA: Não sabe o que é “Rosh ha […]

15.09.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Festa de Rosh Ha Shaná

A celebração de Rosh há Shaná (literalmente: “cabeça ou primeiro do Ano”), marca o início do ano judaico e é celebrado no primeiro dia do mês de Tishrei. Na verdade, os rabinos dizem que Rosh Há Shaná é o aniversário da criação, e que estaríamos completando 5776 anos de existência do ser humano. Todos sabem que no calendário bíblico o ano novo começa com o 1° mês, o mês atual de Nissan (geralmente em março/abril), com a festa da Páscoa como marco. Mas após o exílio na Babilônia, a contagem dos meses sofre alteração cronológica e nominal, e o primeiro mês passa a ser o sétimo (Tishrei). O dia da Trombeta, ou Yom Teruá, é celebrado no 1° dia do 7° mês, com grande convocação e toque do shofar (Lv 23:24-25).

20.08.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

Declaração dos Rabinos Ortodoxos abre novas perspectivas para o Judaísmo Messiânico

Após quase dois milênios de hostilidade e inimizade entre o Cristianismo e o Judaísmo, a presente declaração mudará de fato a história entre a Igreja e Israel e Israel e a Igreja Cristã. Evidentemente, isto também mudara o prisma sob o qual os judeus têm visto o judaísmo messiânico, pois o mesmo tem trabalhado como se fosse uma ponte, um elo entre as duas religiões monoteístas tem que a mesma Escritura judaica como seu livro de vida, fé e prática, visando o que mais importante, a Redenção do Mundo e a volta (vinda) de Yeshua, o Messias de Israel. Com certeza, estamos nos aproximando desta copiosa Redenção que virá em breve sobre todos os moradores da terra.

1.08.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Tishá be Av – Lamento e Arrependimento

Tishá be Áv (dia 9 do mês de Av) é o segundo jejum mais importante do calendário judaico. Neste dia, jejuamos e lamentamos por vários eventos que trouxeram calamidade para o nosso povo, que por coincidência ou não, ocorreram todos no mesmo dia, no 9° dia de Av. Geralmente este dia cai no início do mês de AGOSTO, no calendário gregoriano. Vemos em algumas referências da Tanách (como Zc 7:3), que neste dia já era costume o jejum e o lamento. Também o Talmud (Taanit 29a) e a Mishná (Taanit 4:6), fazem referência ao Tishá be Áv. Lamentamos e nos lembramos dos seguintes eventos que ocorreram neste dia:

18.07.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

E as pedras clamarão…

Visitar Israel deveria ser o desejo de todo discípulo de Yeshua, seja ele judeu ou não. Conhecer de perto os locais por onde passaram, viveram, morreram e lutaram nossos patriarcas é, sem dúvida, uma experiência única. Em Israel, cada monte, cada vale, cada cidade e cada ruína possuem uma riqueza histórica fenomenal. Recordo-me de minha primeira vez na Terra Santa, em 1998, quando ainda havia relativa paz com os Palestinos. Por todos os lugares os quais passávamos de carro no caminho do aeroporto de Tel-Aviv para Jerusalém, Joseph Shulam chamava minha atenção para um monte, uma ruína, um vale, onde alguém ou algo bíblico teria acontecido. Era como se houvéssemos viajado no tempo e na história, vendo os lugares e eventos dos quais tantas vezes líamos na Bíblia se tornarem reais. Pude constatar a materialização de uma paisagem que só existia em meu coração e em minha mente, gerado pelo estudo da Torá, dos Profetas e dos Escritos (incluo neste último a Brit Chadashá).

30.05.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

A festa de Shavuôt

Dentre as festas do calendário bíblico/judaico, SHAVUÔT (semanas em hebraico, ou pentecostes, em grego), é a quarta festa. Vejamos o que diz a palavra: “… contarei para vós, desde o dia depois do Sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento, sete semanas inteiras; até o dia seguinte ao sétimo Sábado, contareis cinqüenta dias; então, oferecereis nova oferta ao Senhor. Das vossas habitações trareis, para oferta de movimento, dois pães de dois décimos de efa; serão de flor de farinha, e levedados se cozerão; são as primícias do Senhor. Com os pães oferecereis sete cordeiros sem defeito, de um ano, um novilho e dois carneiros; serão holocausto ao Senhor, com as respectivas ofertas de cereais e de libação, por oferta de cheiro suave ao Senhor. Também oferecereis um bode para oferta do pecado, e dois cordeiros de um ano para sacrifício de ofertas pacíficas. Então o sacerdote os moverá, juntamente com os pães das primícias, por oferta de movimento perante ao Senhor, com os dois cordeiros; santos serão ao Senhor para uso do sacerdote. E fareis proclamação nesse mesmo dia, pois tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; é estatuto perpétuo em todas as vossas habitações pelas vossas gerações…” (Levítico 23:15-21)

19.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Restauração Já!!!

No último dia 14 de abril de 2017, o Ministério Ensinando de Sião teve o […]

18.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Um estado palestino? Qual o posicionamento de Israel?

 Por Daniel Juster Alguns dos meus amigos acham a política de Israel muito confusa. O […]

12.04.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

Subindo a “rampa” de 49 dias de Páscoa à Pentecostes

Passamos pela celebração da festa memorial de Pessach (páscoa) que nos chama atenção, em analogismo, com a nossa saída do ‘egito’ (que representa o sistema do mundo que jaz em trevas[1], afastado de D´us) para a plena liberdade. A celebração da páscoa reforça nossa lembrança que não somos mais escravos do pecado. Agora somos livres em Yeshua, o Maschiach[2], na Sua ressurreição, porém sem nos esquecer que estamos ainda num processo de libertação, renovação de conceitos, pensamentos[3], nos livrando a cada dia das prisões da mente, da alma, do “eu” interior. Sempre há ‘prisões’ interiores das quais precisamos ser livres. Sempre há algo ruim ou não perfeito em nós que precisa dar lugar à consolidação do caráter de Yeshua em nós. Se saímos de fato do ‘egito’, então, precisamos estar seguros que o ‘egito’ saiu de dentro de nós também. Nascer de novo nas águas do Espírito[4] é a nossa primeira experiência, mas na caminhada pelo ‘deserto’ da vida precisaremos ainda de muita cura e libertação. Afinal, se nasce de novo em Espírito e não na carne (coisas da alma e do corpo). Na páscoa D´us nos lembra que Ele nos quer totalmente livres, mas isto não significa que viveremos sem regras e limites. A liberdade sem lei leva à libertinagem. Agora, em Yeshua, Aquele que é o Cordeiro Pascoal[5], resgatamos nossa identidade, pois não havia identidade num sistema de escravidão, quando cedíamos nossa liberdade ao senhor das trevas e éramos aprisionados nas paixões[6] de nossa carne. Agora, estamos livres e precisamos ser libertos para consolidar esta nova natureza espiritual, nosso novo nascimento em Yeshua, D´us nos tirou do ‘egito’ para nos transportar até às instruções do Monte Sinai, onde o povo hebreu recebeu no 50º. dia após a saída do Egito, a outorga da Torá[7] (matan Hatorá), as instruções de D´us, os limites que protegem e asseguram a verdadeira graça e liberdade na independência do sistema das trevas, embora ainda vivendo no “deserto” a caminho de Canaã, que tipifica o Reino de justiça, paz e alegria que será implantado neste terra quando Yeshua aqui regressar.