Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 2

Artigos e estudos

1.01.2018 . Por Matheus Zandona Guimarães

Paulo e as “Obras da Lei”

Em algumas ocasiões nos escritos da Nova Aliança o apóstolo Paulo utiliza a expressão “obras da lei” (carta aos Romanos cap. 03 e aos Gálatas cap. 02 e 03). Em todas essas citações a expressão é usada negativamente, sendo algo a ser evitado por todo servo verdadeiro de Deus através de Yeshua (Jesus). Porém, a má interpretação e a descontextualização dos textos paulinos onde essa expressão é mencionada, gerou e tem gerado nos meios teológicos cristãos (e também judaicos) um falso conceito que Paulo era contrário à Torá e a sua obediência.

9.12.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

A FESTA DE HANUKÁ

Primeiramente, o que significa a palavra hebraica Hanuká? Hanuká (ou Chanucá) significa consagração ou dedicação. Esta festa é também conhecida no meio judaico como Festa das Luzes. Em João 10:22, vemos Yeshua (Jesus) passeando no Templo na comemoração da Festa da Dedicação. Essa passagem é a única passagem bíblica no Novo Testamento que se refere à referida festa. Não encontramos esta celebração no Antigo Testamento porque o fato que deu origem a esta festa ocorreu no ano 162 a.C.

6.11.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

“ Os 500 anos da Reforma e o surgimento da Restauração”

Por Marcelo M. Guimarães (*) Estamos vendo neste momento na mídia comemorações dos 500 anos […]

29.10.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

O segredo para a felicidade segundo Einstein

Por Rabino Benjamin Blech Na semana passada, um comprador anônimo comprou um bilhete escrito por […]

2.10.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Zman Simchatenu – Tempo da Nossa Alegria!

A festa de Sucôt (Tabernáculos ou Tendas) é a maior das festas bíblicas. Ela é a única festa que é chamada de “A Festa” (Lv 23:39) e com certeza é a festa bíblica com maior significado profético. Durante as bênçãos de Sucot, declaramos: “Zman Simchatenu” – Tempo da nossa alegria! Vejamos o mandamento divino para Israel:

16.09.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Jantar para Rosh ha Shaná

Ministério Ensinando de Sião – BRASIL/ISRAEL www.ensinandodesiao.org.br   NOTA: Não sabe o que é “Rosh ha […]

20.08.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

Declaração dos Rabinos Ortodoxos abre novas perspectivas para o Judaísmo Messiânico

Após quase dois milênios de hostilidade e inimizade entre o Cristianismo e o Judaísmo, a presente declaração mudará de fato a história entre a Igreja e Israel e Israel e a Igreja Cristã. Evidentemente, isto também mudara o prisma sob o qual os judeus têm visto o judaísmo messiânico, pois o mesmo tem trabalhado como se fosse uma ponte, um elo entre as duas religiões monoteístas tem que a mesma Escritura judaica como seu livro de vida, fé e prática, visando o que mais importante, a Redenção do Mundo e a volta (vinda) de Yeshua, o Messias de Israel. Com certeza, estamos nos aproximando desta copiosa Redenção que virá em breve sobre todos os moradores da terra.

1.08.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Tishá be Av – Lamento e Arrependimento

Tishá be Áv (dia 9 do mês de Av) é o segundo jejum mais importante do calendário judaico. Neste dia, jejuamos e lamentamos por vários eventos que trouxeram calamidade para o nosso povo, que por coincidência ou não, ocorreram todos no mesmo dia, no 9° dia de Av. Geralmente este dia cai no início do mês de AGOSTO, no calendário gregoriano. Vemos em algumas referências da Tanách (como Zc 7:3), que neste dia já era costume o jejum e o lamento. Também o Talmud (Taanit 29a) e a Mishná (Taanit 4:6), fazem referência ao Tishá be Áv. Lamentamos e nos lembramos dos seguintes eventos que ocorreram neste dia:

18.07.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

E as pedras clamarão…

Visitar Israel deveria ser o desejo de todo discípulo de Yeshua, seja ele judeu ou não. Conhecer de perto os locais por onde passaram, viveram, morreram e lutaram nossos patriarcas é, sem dúvida, uma experiência única. Em Israel, cada monte, cada vale, cada cidade e cada ruína possuem uma riqueza histórica fenomenal. Recordo-me de minha primeira vez na Terra Santa, em 1998, quando ainda havia relativa paz com os Palestinos. Por todos os lugares os quais passávamos de carro no caminho do aeroporto de Tel-Aviv para Jerusalém, Joseph Shulam chamava minha atenção para um monte, uma ruína, um vale, onde alguém ou algo bíblico teria acontecido. Era como se houvéssemos viajado no tempo e na história, vendo os lugares e eventos dos quais tantas vezes líamos na Bíblia se tornarem reais. Pude constatar a materialização de uma paisagem que só existia em meu coração e em minha mente, gerado pelo estudo da Torá, dos Profetas e dos Escritos (incluo neste último a Brit Chadashá).

30.05.2017 . Por Marcelo M. Guimarães

A festa de Shavuôt

Dentre as festas do calendário bíblico/judaico, SHAVUÔT (semanas em hebraico, ou pentecostes, em grego), é a quarta festa. Vejamos o que diz a palavra: “… contarei para vós, desde o dia depois do Sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento, sete semanas inteiras; até o dia seguinte ao sétimo Sábado, contareis cinqüenta dias; então, oferecereis nova oferta ao Senhor. Das vossas habitações trareis, para oferta de movimento, dois pães de dois décimos de efa; serão de flor de farinha, e levedados se cozerão; são as primícias do Senhor. Com os pães oferecereis sete cordeiros sem defeito, de um ano, um novilho e dois carneiros; serão holocausto ao Senhor, com as respectivas ofertas de cereais e de libação, por oferta de cheiro suave ao Senhor. Também oferecereis um bode para oferta do pecado, e dois cordeiros de um ano para sacrifício de ofertas pacíficas. Então o sacerdote os moverá, juntamente com os pães das primícias, por oferta de movimento perante ao Senhor, com os dois cordeiros; santos serão ao Senhor para uso do sacerdote. E fareis proclamação nesse mesmo dia, pois tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; é estatuto perpétuo em todas as vossas habitações pelas vossas gerações…” (Levítico 23:15-21)