Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 3

Artigos e estudos

1.10.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

Que tal celebrar Tabernáculos em Israel? Uma reflexão.

É sempre bom ver as ruas de Jerusalém repletas de turistas e grupos que expressam seu apoio ao Estado de Israel e ao povo judeu durante a Festa de Sucôt (Tabernáculos). Em dias de grande antissemitismo (ou “antissionismo”, como dizem agora), todo apoio político, social e principalmente econômico é mais do que bem-vindo em Israel! Expresso aqui minha gratidão à organizações que se denominam Amigas de Israel e que demonstram tal posicionamento visitando e ajudando Israel e seu povo nesta época festiva.

23.09.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Visão de Gabriel e a Ressurreição do Messias

Em agosto de 2008, as instalações da Hebrew University of Jerusalem foram palco de um certo alvoroço. O motivo de tanta agitação foi um pequeno pedaço de pedra com um intrigante texto em hebraico chamado de “Visão de Gabriel”.

O alarde teve início depois que o professor Israel Knohl, do Departamento de Estudos Bíblicos da Universidade, propôs uma nova tradução para o enigmático texto, até então impossível de ser completamente traduzido. De acordo com esta interpretação, a palavra “Chayah” ou “viverá”, que aparece nos escritos da pedra é uma forma antiga da palavra “Viva!”, e mostra que o anjo Gabriel ressuscitou um líder messiânico de nome “Príncipe dos Príncipes” (Sar há Sarim), três dias após a sua morte.

21.09.2015 . Por Marcelo M. Guimarães

Direitos e justiça

A Suprema Corte dos Estados Unidos estabeleceu o direito do casamento homossexual [..]

17.09.2015 . Por Marcelo M. Guimarães

Yom Kipur (Dia do perdão)

Nesta época (início do outono – Israel ou primavera – Brasil), os judeus do mundo comemoram a seqüência de festas típicas da estação de outono: o Rosh Hashaná (também conhecido como festa das trombetas), os 10 dias de Arrependimento (cujo último dia é conhecido como Yom Kipur, o dia do Perdão) e a Festa dos Tabernáculos ou festa da colheita (Sucôt).

30.08.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

O Terceiro Templo

A questão sobre a construção de um terceiro Templo em Jerusalém está sempre presente em círculos teológicos cristãos e judaicos. Alguns creem que, pelo fato do Novo Testamento afirmar que nossos corpos são “templo do Espírito Santo” (I Co 6:19), não há necessidade de se reconstruir um templo físico em Israel.

Mas, da mesma forma que os seres humanos possuem um corpo, uma alma e um espírito, Deus não só se manifesta no meio espiritual, mas também no físico. O apóstolo Paulo fala a respeito desse mistério: “Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual”. (I Co 15:44)

19.06.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

Quem me ama, guarda os meus mandamentos

A palavra em hebraico para Mandamento é מִצְוָה (Mitzvá). Ela vem da raíz צִוָּה “tsivá”, que significa “comandar”, mas também “direcionar” e/ou “apontar”. Nas Escrituras, os “mitzvôt” (mandamentos) referem-se aos 613 mandamentos prescritos, dos quais 248 são mandamentos positivos (Mitzvôt Taassê – mandamentos sobre o que se fazer) e 365 são negativos (Mitzvôt lô Taassê – mandamentos sobre o que não se fazer). É como se através de sua guarda e estudo, os mandamentos nos “apontassem” em direção ao Eterno. Eles nos revelam D-us e Seu caráter, e nos fazem vivenciar uma realidade celestial com princípios divinos e insondáveis, aqui mesmo em nosso dia-a-dia.

7.02.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

Brit Milá – Uma Aliança Perpétua

De acordo com a Halachá (Lei de conduta) judaica, uma criança nascida de mãe judia é considerada também judia, mesmo que o pai não seja judeu. A descendência de um judeu, casado com uma não-judia, não é considerada judaica, segundo o rabinato oficial. Mas biblicamente, a linhagem deve ser considerada por intermédio do pai, como descrito nas várias genealogias da Torá e dos Escritos Sagrados. Também na Brit Chadashá (Novo Testamento), os evangelhos de Mateus e Lucas atestam a importância para o judeu de se comprovar a linhagem Davídica de Yeshua, pois o Messias deveria ser da Casa de Davi.

4.02.2015 . Por Marcelo M. Guimarães

Cidadania portuguesa para descendentes dos judeus Sefaraditas. O que você precisa saber?

No dia 30 de janeiro de 2015, o Governo Português aprovou o Projeto de Lei 43/2013, incluindo-o no artigo 169 da Constituição portuguesa. No dia seguinte dei entrevista ao Jornal O Globo e recentemente gravei uma entrevista para a Rede Cultura e seu jornal televisivo de transmissão nacional.

1.01.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Identidade do Messias e os Falsos Ensinos

Sabemos que muitos grupos isolados, supostamente ‘judeus-messiânicos’, não estudam e não dão a devida autoridade à Torá e ao ensino Apostólico. São pessoas que nunca foram discipuladas, orientadas e guiadas por outros judeus messiânicos. Tal isolamento produz uma forma de “pseudo-judaísmo”, com práticas e doutrinas estranhas em todos os aspectos, incluindo o judaico. O que sabem de judaísmo é proveniente de livros e do Google, não tendo eles nenhum senso de realidade e convívio com outros judeus. “Viram” judeus da noite para o dia, lêem tudo o que conseguem na internet e no Wikipédia, e se acham mais judeus do que os verdadeiros judeus. Tudo isso, novamente, é conseqüência da falta de discipulado e convívio com judeus autênticos e de boa reputação tanto nos meios judaicos como nos meios messiânicos. Perante à comunidade Judaica tradicional, esses grupos são vistos com estranheza e repúdio. Não foi à toa que Yeshua nos ordena a fazermos TALMIDIM (discípulos), pois tal ação requer convívio e relacionamento. As “anomalias” que tem surgido nos últimos anos provenientes de ex-evangélicos que viram “judeus googlianos” poderiam ser evitadas com uma boa dose de bom senso, bom testemunho, discipulado e convívio com pessoas autênticas e com fruto para mostrar. Este artigo procurará demonstrar a todos o quão distantes estes grupos de “super-judeus” estão da Torá e do verdadeiro judaísmo, os quais nos foram mostrados por Yeshua e por seus talmidim.

13.11.2014 . Por Marcelo M. Guimarães

A MORTE, uma etapa da vida que precisa ser vencida

Dentro do contexto bíblico-judaico, o homem não foi criado ou programado por D’us para morrer. Estudando Bereshit (Gênesis), torna-se claro o desejo de D’us quando criou o homem para que este refletisse Sua imagem e Sua semelhança para sempre (Gen 1:26), participando da criação, dominando sobre a terra, louvando e adorando o Criador. D’us é um D’us dos vivos e não dos mortos. A morte, em hebraico, “mavet”, origina-se do verbo “mut” morrer, palavra esta que não se limita somente a seres humanos.