Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 5

Artigos e estudos

10.01.2014 . Por Marcelo M. Guimarães

Esperando pelo nosso Messias judeu

Está na moda hoje redescobrir os símbolos bíblicos, que na maioria deles são atualmente usados pelo povo judeu e pelo Estado de Israel, como por exemplo, a Menorá, a mezuzá, o shofar, talit, o kipá, a estrela de Davi e tantos outros. Não estou aqui querendo defender o uso indiscriminado destes símbolos fora da tradição ou do contexto bíblico. Nota-se que a igreja está querendo de uma forma ou de outra se aproximar de Israel.

1.10.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Você sabia que muitos brasileiros são descendentes de judeus?

Um povo para ser destacado dentre as nações precisa conhecer sua identidade, buscando profundamente suas raízes. Os povos formadores do tronco racial do Brasil são perfeitamente conhecidos, como: o índio, o negro e o branco, destacando o elemento português, nosso colonizador. Mas, quem foram estes brancos portugueses? Pôr que eles vieram colonizar o Brasil ? Viriam eles atraídos só pelas riquezas e Maravilhas da terra Pau-Brasil ? A grande verdade é que muitos historiadores do Brasil colonial ocultaram uma casta étnica que havia em Portugal denominada por cristãos-novos, ou seja, os Judeus ! Pôr que ? (responder esta pergunta poderia ser objeto de um outro artigo).

27.08.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

Desvendando o “Dom de Línguas” – Uma análise Judaico-Messiânica

Um dos objetos de estudo da teologia mais apreciado e estudado ao longo dos séculos é a profecia e o ato de profetizar. Tanto nos meios judaicos como nos meios cristãos, tem-se a figura do profeta נביא (Naví, em hebraico) como uma autoridade divina, sendo o “porta-voz” da vontade e do direcionamento de Deus a indivíduos e nações. Às vezes honrados e quase sempre perseguidos exatamente pela legitimidade de seu dom, os profetas hebreus desempenham um papel fundamental para a compreensão do Deus criador e seus propósitos para Israel e para a humanidade. Porém, este fenômeno bíblico, que em hebraico é chamado de נְבוּאָה “Nevuá” (profecia), é bem mais vasto e rico do que sua simples tradução nos apresenta. O conceito de “profetizar” assumiu uma compreensão comum de “prever o futuro”, “anunciar juízos” ou “proferir bênçãos”. Porém, uma rápida análise semântica das ocorrências na Tanách do ato de “profetizar” nos mostra que tal fenômeno vai muito além das ações supra citadas, como veremos a seguir.

23.08.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

O que é a fé?

Tenho fé que amanhã não vai chover! Ainda tenho fé que vou ganhar um bom prêmio quando for sorteado na loteria esportiva ou tenho a maior fé que ainda um dia serei finalmente feliz. Tenho fé na minha capacidade, no meu eu!

Quantas perguntas poderíamos ainda fazer usando o vocábulo fé. Mas, ter fé que vai ganhar na loto ou comprar um carro, seria realmente uma fé de origem divina ou criadora?

16.08.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Os quatro pés do TRONO DE D’US

Atualmente, vivemos em um mundo injusto, violento e muito corrompido. A maioria das pessoas tornou-se impaciente, vivendo em constantes conflitos familiares e contendas no local de trabalho. Reina a intolerância, o nervosismo, a ira, a discórdia e a falta de cordialidade. Presenciamos as injustiças nos setores executivo, legislativo, judiciário, nas empresas públicas e privadas. A ganância, o egoísmo e a competição selvagem tomaram conta da mente do ser humano. O amor se esfria na terra, os corações batem num deserto árido e seco, o homem está morto espiritualmente, afastado dos princípios do Criador.

12.08.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

Consolai, consolai o Meu Povo!

As palavras do profeta Isaías, proferidas há mais de 2700 anos, não poderiam ser mais oportunas. O Deus criador dos céus e da Terra proferiu, através do profeta Isaías, um mandamento atemporal, ou seja, desvinculado de sua época e válido até os dias de hoje:

“Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do SENHOR por todos os seus pecados.” (Is 40:1-2)

“Nachamú” (consolai), exclamou o profeta! Muitos acham que o moderno Estado de Israel, com suas cidades, seu exército e sua tecnologia, não precisa mais de consolo. Certa vez ouvi de uma pessoa a frase: “Quando Jerusalém estava desolada e os judeus dispersos pelo mundo, tínhamos que consolar a Israel. Mas agora, após o ano de 1948, os judeus é que devem consolar o mundo!”. Mal sabia esta pessoa que Israel ainda sofre e ainda está desolado, e seu povo ainda se encontra na diáspora. Apesar das cidades e da riqueza do moderno Estado, o povo de Israel ainda sofre uma diáspora moral e espiritual. Saímos da galút (diáspora), mas a galút não saiu do nosso interior!

22.07.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Visita do Papa ao Brasil

O Papa Francisco acaba de chegar ao Brasil. Que ele tenha um bom tempo aqui com os jovens, testemunhando sua fé em Yeshua, pois desse testemunho dependerá os frutos dessa visita. Tenho orado para que chegue até ele a informação que a Inquisição durou mais de 3 séculos aqui no Brasil, fazendo milhares de vítimas inocentes (judeus sob a humilhante condição de cristãos-novos ou marranos) que foram acusadas, deportadas, condenadas e executadas nas fogueiras da inquisição portuguesa.

13.06.2013 . Por Moshe Imanuel ben Meir

Yeshua e os Rabinos de Israel

Os rabinos costumam dizer: “Yeshua, o Nazareno, não ensinou coisas novas; todos os belos provérbios que ele usava não provinham dele. Todas as palavras de moral que ensinava não eram dele. Ele bebeu toda sua inovação dos ensinos rabínicos.” Opiniões como esta são as difundidas nos meios judaicos, e que freqüentemente os propagadores das Boas Novas de Yeshua o Messias se deparam com ela freqüentemente. Realmente, não se pode ignorar o fato de que a doutrina do “Nazareno” compartilha do perfume que há na doutrina dos Sábios do Talmude. Um verdadeiro pesquisador não irá retroceder ante a tais fatos firmes, mas irá agarrá-los com as mãos no instante em que estes fatos objetam todas as suas compreensões anteriores.

27.04.2013 . Por Joseph Shulam

Por que Israel?

Vamos observar alguns dos fins para os quais Deus escolheu os Judeus. Há várias passagens nos Profetas onde Deus diz claramente porque Ele nos escolheu. Isaías 42:6-8 declara, “Eu, o SENHOR, te chamei (o povo Judeu) em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios; para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere os que jazem em trevas. Eu sou o SENHOR; este é o meu nome! A minha glória pois, não a darei a outrem, nem o meu louvor, a ídolos”.

3.04.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Do Egito ao Sinai pelo deserto, lugar de dependência e conquista

Passamos pela festa de Pessach (páscoa) que nos chamou atenção, simbolicamente, da nossa saída do ‘egito’ (que representa o sistema do mundo que jaz em trevas, afastado de D´us) para o deserto da liberdade. A celebração da páscoa reforçou nossa lembrança que não somos mais escravos do pecado. Agora somos livres em Yeshua, mas não podemos nos esquecer que estamos ainda num processo de libertação, renovando nossos conceitos, pensamentos, nos livrando das prisões da mente, da alma. Sempre há ‘prisões’ interiores das quais precisamos ser livres. Sempre há algo ruim ou não perfeito em nós que precisa dar lugar à consolidação do caráter de Yeshua em nós. Se saímos do ‘egito’, então o ‘egito’ precisa sair de dentro de nós, precisamos ainda de cura e libertação. Na páscoa D´us nos lembra que Ele nos quer totalmente livres, mas isto não significa que viveremos sem regras e limites. A liberdade sem lei leva à libertinagem. Por isso, analogamente, HaShem agora nos leva ao “deserto”, lugar que aprendemos a ser dependentes Dele, lugar de grandes conquistas. Onde há leis, há conquisas. Pois, não há como ser completamente livre da escravidão sem que não haja lei, um sistema de leis. Em outras palavras, podemos dizer que uma verdadeira liberdade nos exige conhecer e respeitar nossos limites, as leis que protegem a liberdade e nos dá autoridade para exercer um dos maiores presentes de D´us, o livre-arbítrio.