Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 5

Artigos e estudos

22.07.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Visita do Papa ao Brasil

O Papa Francisco acaba de chegar ao Brasil. Que ele tenha um bom tempo aqui com os jovens, testemunhando sua fé em Yeshua, pois desse testemunho dependerá os frutos dessa visita. Tenho orado para que chegue até ele a informação que a Inquisição durou mais de 3 séculos aqui no Brasil, fazendo milhares de vítimas inocentes (judeus sob a humilhante condição de cristãos-novos ou marranos) que foram acusadas, deportadas, condenadas e executadas nas fogueiras da inquisição portuguesa.

13.06.2013 . Por Moshe Imanuel ben Meir

Yeshua e os Rabinos de Israel

Os rabinos costumam dizer: “Yeshua, o Nazareno, não ensinou coisas novas; todos os belos provérbios que ele usava não provinham dele. Todas as palavras de moral que ensinava não eram dele. Ele bebeu toda sua inovação dos ensinos rabínicos.” Opiniões como esta são as difundidas nos meios judaicos, e que freqüentemente os propagadores das Boas Novas de Yeshua o Messias se deparam com ela freqüentemente. Realmente, não se pode ignorar o fato de que a doutrina do “Nazareno” compartilha do perfume que há na doutrina dos Sábios do Talmude. Um verdadeiro pesquisador não irá retroceder ante a tais fatos firmes, mas irá agarrá-los com as mãos no instante em que estes fatos objetam todas as suas compreensões anteriores.

27.04.2013 . Por Joseph Shulam

Por que Israel?

Vamos observar alguns dos fins para os quais Deus escolheu os Judeus. Há várias passagens nos Profetas onde Deus diz claramente porque Ele nos escolheu. Isaías 42:6-8 declara, “Eu, o SENHOR, te chamei (o povo Judeu) em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios; para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere os que jazem em trevas. Eu sou o SENHOR; este é o meu nome! A minha glória pois, não a darei a outrem, nem o meu louvor, a ídolos”.

3.04.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Do Egito ao Sinai pelo deserto, lugar de dependência e conquista

Passamos pela festa de Pessach (páscoa) que nos chamou atenção, simbolicamente, da nossa saída do ‘egito’ (que representa o sistema do mundo que jaz em trevas, afastado de D´us) para o deserto da liberdade. A celebração da páscoa reforçou nossa lembrança que não somos mais escravos do pecado. Agora somos livres em Yeshua, mas não podemos nos esquecer que estamos ainda num processo de libertação, renovando nossos conceitos, pensamentos, nos livrando das prisões da mente, da alma. Sempre há ‘prisões’ interiores das quais precisamos ser livres. Sempre há algo ruim ou não perfeito em nós que precisa dar lugar à consolidação do caráter de Yeshua em nós. Se saímos do ‘egito’, então o ‘egito’ precisa sair de dentro de nós, precisamos ainda de cura e libertação. Na páscoa D´us nos lembra que Ele nos quer totalmente livres, mas isto não significa que viveremos sem regras e limites. A liberdade sem lei leva à libertinagem. Por isso, analogamente, HaShem agora nos leva ao “deserto”, lugar que aprendemos a ser dependentes Dele, lugar de grandes conquistas. Onde há leis, há conquisas. Pois, não há como ser completamente livre da escravidão sem que não haja lei, um sistema de leis. Em outras palavras, podemos dizer que uma verdadeira liberdade nos exige conhecer e respeitar nossos limites, as leis que protegem a liberdade e nos dá autoridade para exercer um dos maiores presentes de D´us, o livre-arbítrio.

26.02.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Menorah

A Menorá (candelabro de sete pontas) é, sem dúvida, o símbolo judaico mais antigo e mais imponente de que se tem relato. Ela também representa, desde os tempos mosaicos, Israel e o povo judeu. Mas o que realmente este maravilhoso símbolo milenar representa? Qual será seu verdadeiro significado? Para responder estas e outras perguntas, vejamos o primeiro texto na Torá onde a Menorá é descrita:

10.01.2013 . Por Joseph Shulam

O Dízimo e o Novo Testamento

Quando as pessoas hoje dão o dízimo em suas congregações, para quem vai o dinheiro? No Tanách, se alguém tivesse um cordeiro e quisesse dar um presente ao Senhor, ele o levaria ao sacerdote e o queimaria sobre o altar. O sacerdote tomava o seu pedaço e o que sobrava era queimado. Todavia, o cordeiro era dado ao Senhor. No Novo Testamento, Paulo disse que ele estava coletando dinheiro para os crentes pobres em Jerusalém (Rm 15:26). Ele nunca disse que seria uma oferta para o Senhor. No entanto, na Torá, quando as pessoas davam dinheiro ao pobre, isto também era considerado uma oferta ao Senhor. A Torá ordenou o povo a trazer os sacrifícios e a dar vários diferentes tipos de dízimos. Eles tinham um dízimo para os sacerdotes e levitas e também tinham que deixar algumas de suas colheitas no campo para alimentar os pobres. Os israelitas antigos tinham diferentes tipos de doações, mas o Novo Testamento nunca ordena a dar o dízimo. Portanto, para que um pastor hoje possa pedir o dízimo, ele deve formar uma halacha de um exemplo ao invés de mostrar um mandamento, uma vez que este não existe no Novo Testamento. Lembre-se que halacha significa “andar,” e nós queremos saber como andar pela fé em nossas vidas diárias.

6.01.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

A porta dourada

Quem não visitou Jerusalém e não viu a “Porta dourada” cravada na muralha que rodeia a cidade velha? A melhor visão das portas gêmeas se tem quando estamos no Jardim Getsêmani, no Monte das Oliveiras, olhando para o Monte do Templo. Lá está a Porta Oriental ou também chamada na Bíblia de Porta do Vale. O termo “dourado” é devido ao vão da porta ter sido fechado com o mesmo tipo de pedra da muralha, que por sua coloração amarelada, reflete com intensidade os raios do sol nascente, uma vez que ela se localiza no lado oriental, ou seja, frente ao leste.De acordo com a Bíblia, Yeshua, atravessará o Vale do Cedron e entrará no Monte do Templo através desta Porta Oriental como Ele fez há dois mil anos atrás. Esta porta conduzia naquela época direto ao pátio do Santuário e, posteriormente, ao Santíssimo lugar, o conhecido “Santos dos Santos”, onde somente o sumo sacerdote entrava uma vez por ano.

19.12.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

Refletindo sobre Eclesiologia e combatendo falsos ensinos

A concretização da ruptura do cristianismo com Jerusalém e sua ida para Roma se deu no séc. IV d.C. Em 325 d.C., em Níceia (Turquia) os bispos do então império reuniram-se para definir o cristianismo e seus dogmas, sob ordens do primeiro imperador cristão Constantino (que de Cristão nunca teve absolutamente NADA!). Aí foi criado o Cristianismo. Nenhum líder judeu da Igreja foi convidado a participar.

21.11.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS”

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolheram chamar a terra que eles controlavam de ‘Palestina’, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.” Golda Meir

8.11.2012 . Por Daniel Juster

Israel e as Nações: A Chave para entender a Bíblia

Em meados de julho, na Conferência da União das Congregações Judaico-Messiânicas, o Dr. Craig Blaising apresentou uma teologia sobre Israel e a Igreja. Fiquei impressionado e emocionado com seu discurso. Quem é Dr. Blaising? Ele é o reitor do South Western Baptist Theological Seminary, em Fort Worth, Texas – o maior Seminário Evangélico nos Estados Unidos. A posição do Dr. Blaising concorda com os meus próprios pontos de vista enunciados em meus livros, Raízes Judaicas, uma base da Teologia Bíblica e o Chamado Irrevogável. Sua posição concorda também com o magnífico livro de R. Kendall Soulen, O Deus de Israel e a Teologia Cristã.