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11.11.2014 . Por Marcelo M. Guimarães

Mensagem de Joseph Shulam

“Os Rabinos ensinam que devemos sair e encontrar um professor. Cada um de nós precisa de alguém sábio que seja nosso mentor e nos treine. Todo bom professor tem um professor e se ele não tem deve imediatamente procurar por um. Somos todos subjetivos e precisamos de alguém que nos ajude a ser mais objetivos. Precisamos nos tornar estudantes da verdade e estarmos, em primeiro lugar, sempre famintos pela Palavra de Deus. Precisamos de um professor para orientar-nos e ajudar-nos a permanecer em uma caminhada racional e consistente ao longo da vida para a vida eterna. É claro que Yeshua é nosso Rabino, Professor, além de ser nosso Salvador e SENHOR. Desde o início eu trouxe palavras da primeira carta de João e terminarei este ensino com as palavras de 1 João 2:2, ‘E, Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.’ É tão maravilhoso termos a certeza de que Yeshua é a nossa propiciação, e propiciação significa perdão dos pecados. Ao mesmo tempo, é maravilhoso vermos tantos na nação de Israel gastando tempo pensando e orando e considerando seus próprios pecados e sua necessidade de ter expiação pelos seus pecados, mesmo ainda não sabendo o que Deus fez por eles através de Yeshua. Orem pela salvação de Israel e ajude-nos a ser uma bênção para o povo e a terra de Israel. Pensem no dia em que eles conhecerão o Messias e entenderão a grande obra que Yeshua fez por Israel e pelo mundo inteiro. Como “dever de casa” leiam os primeiros versículos do capítulo 3 de 2 Timóteo e encontrem a palavra “ingratos”. Vejam com quem o Apóstolo Paulo associa os ingratos e aprenda a ser mais grato especialmente para com aqueles que têm cuidado de você e lhe ensinado a Palavra de Deus, a fim de que você tenha vida agora e eternamente. É claro, mesmo nossos professores não sendo perfeitos, eles são nossos professores, e devemos mostrar-lhes nossa gratidão pelo que eles compartilharam conosco”. (JOSEPH SHULAM – JERUSALÉM – ISRAEL).

20.08.2014 . Por Marcelo M. Guimarães

Israel e seus inimigos em três tempos

Havia acabado de chegar em Israel em julho passado (2014), quando iniciou-se uma “chuva” de foguetes do Hamás, de Gaza, sobre Israel. Foram dias inusitados para mim e minha esposa, filho e netos. Uma experiência vivida em pleno clima de guerra, sirenes tocando, povo se escondendo apressadamente nos “shelters” (abrigos anti-bombas), noticiário local e internacional cobrindo fatos, entrevistas, cenas sangrentas de civis palestinos, soldados israelenses, destroços e mais destroços.

21.05.2014 . Por Marcelo M. Guimarães

Evangelizando a si mesmo

Um tempo que me agrada muito é o período que vai da festa de Pessach (Páscoa) até Shavuot (Pentecostes) que normalmente cai no outono, no Brasil. São 7 semanas, 49 dias claros e de céu azul, temperatura fresca e convidativa, quando fazemos, segundo a instrução divina, a contagem do “Sefirat HaOmer”, ou seja, a Contagem dos Omer (um tipo de medida agrícola), uma oferenda de cevada recém-colhida no tempo bíblico.

10.01.2014 . Por Marcelo M. Guimarães

Esperando pelo nosso Messias judeu

Está na moda hoje redescobrir os símbolos bíblicos, que na maioria deles são atualmente usados pelo povo judeu e pelo Estado de Israel, como por exemplo, a Menorá, a mezuzá, o shofar, talit, o kipá, a estrela de Davi e tantos outros. Não estou aqui querendo defender o uso indiscriminado destes símbolos fora da tradição ou do contexto bíblico. Nota-se que a igreja está querendo de uma forma ou de outra se aproximar de Israel.

23.08.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

O que é a fé?

Tenho fé que amanhã não vai chover! Ainda tenho fé que vou ganhar um bom prêmio quando for sorteado na loteria esportiva ou tenho a maior fé que ainda um dia serei finalmente feliz. Tenho fé na minha capacidade, no meu eu!

Quantas perguntas poderíamos ainda fazer usando o vocábulo fé. Mas, ter fé que vai ganhar na loto ou comprar um carro, seria realmente uma fé de origem divina ou criadora?

16.08.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Os quatro pés do TRONO DE D’US

Atualmente, vivemos em um mundo injusto, violento e muito corrompido. A maioria das pessoas tornou-se impaciente, vivendo em constantes conflitos familiares e contendas no local de trabalho. Reina a intolerância, o nervosismo, a ira, a discórdia e a falta de cordialidade. Presenciamos as injustiças nos setores executivo, legislativo, judiciário, nas empresas públicas e privadas. A ganância, o egoísmo e a competição selvagem tomaram conta da mente do ser humano. O amor se esfria na terra, os corações batem num deserto árido e seco, o homem está morto espiritualmente, afastado dos princípios do Criador.

22.07.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Visita do Papa ao Brasil

O Papa Francisco acaba de chegar ao Brasil. Que ele tenha um bom tempo aqui com os jovens, testemunhando sua fé em Yeshua, pois desse testemunho dependerá os frutos dessa visita. Tenho orado para que chegue até ele a informação que a Inquisição durou mais de 3 séculos aqui no Brasil, fazendo milhares de vítimas inocentes (judeus sob a humilhante condição de cristãos-novos ou marranos) que foram acusadas, deportadas, condenadas e executadas nas fogueiras da inquisição portuguesa.

3.04.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

Do Egito ao Sinai pelo deserto, lugar de dependência e conquista

Passamos pela festa de Pessach (páscoa) que nos chamou atenção, simbolicamente, da nossa saída do ‘egito’ (que representa o sistema do mundo que jaz em trevas, afastado de D´us) para o deserto da liberdade. A celebração da páscoa reforçou nossa lembrança que não somos mais escravos do pecado. Agora somos livres em Yeshua, mas não podemos nos esquecer que estamos ainda num processo de libertação, renovando nossos conceitos, pensamentos, nos livrando das prisões da mente, da alma. Sempre há ‘prisões’ interiores das quais precisamos ser livres. Sempre há algo ruim ou não perfeito em nós que precisa dar lugar à consolidação do caráter de Yeshua em nós. Se saímos do ‘egito’, então o ‘egito’ precisa sair de dentro de nós, precisamos ainda de cura e libertação. Na páscoa D´us nos lembra que Ele nos quer totalmente livres, mas isto não significa que viveremos sem regras e limites. A liberdade sem lei leva à libertinagem. Por isso, analogamente, HaShem agora nos leva ao “deserto”, lugar que aprendemos a ser dependentes Dele, lugar de grandes conquistas. Onde há leis, há conquisas. Pois, não há como ser completamente livre da escravidão sem que não haja lei, um sistema de leis. Em outras palavras, podemos dizer que uma verdadeira liberdade nos exige conhecer e respeitar nossos limites, as leis que protegem a liberdade e nos dá autoridade para exercer um dos maiores presentes de D´us, o livre-arbítrio.

6.01.2013 . Por Marcelo M. Guimarães

A porta dourada

Quem não visitou Jerusalém e não viu a “Porta dourada” cravada na muralha que rodeia a cidade velha? A melhor visão das portas gêmeas se tem quando estamos no Jardim Getsêmani, no Monte das Oliveiras, olhando para o Monte do Templo. Lá está a Porta Oriental ou também chamada na Bíblia de Porta do Vale. O termo “dourado” é devido ao vão da porta ter sido fechado com o mesmo tipo de pedra da muralha, que por sua coloração amarelada, reflete com intensidade os raios do sol nascente, uma vez que ela se localiza no lado oriental, ou seja, frente ao leste.De acordo com a Bíblia, Yeshua, atravessará o Vale do Cedron e entrará no Monte do Templo através desta Porta Oriental como Ele fez há dois mil anos atrás. Esta porta conduzia naquela época direto ao pátio do Santuário e, posteriormente, ao Santíssimo lugar, o conhecido “Santos dos Santos”, onde somente o sumo sacerdote entrava uma vez por ano.

25.09.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

Museu da Inquisição recebe homenagem da Câmara Municipal de Belo Horizonte

Gostaria inicialmente de agradecer de coração ao querido amigo e irmão Vereador Divino Pereira de quem partiu esta iniciativa de homenagear com o Diploma de Honra ao Mérito ao Primeiro Museu da História da Inquisição no Brasil. O vereador Divino Pereira é da nossa região da Pampulha e tem trabalhado efetivamente para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que nessa região residem e em toda a BH.