Matheus Zandona Guimarães | Ensinando de Sião

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11.05.2021 . Por Matheus Zandona Guimarães

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS”

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolheram chamar a terra que eles controlavam de ‘Palestina’, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.” Golda Meir

26.03.2021 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Contagem do ÔMER – participe!

Campanha de Oração durante a contagem do ÔMER – 28 de março a 16 de […]

6.01.2021 . Por Matheus Zandona Guimarães

A mutação do antissemitismo

Por rabino Jonathan Sacks Z”L Ainda com a memória viva do Holocausto, após o mundo […]

16.11.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

“Ele tem feito essas grandes coisas!” Os 24 anos do Ensinando de Sião

Neste dia 17 de novembro de 2020 o Ministério Ensinando de Sião completa 24 anos […]

25.08.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

Sete pensamentos sobre Elul: o mês do arrependimento e do perdão.

Por Melida Mindy Ribner Bem-vindo ao mês da introspecção, ao mês do perdão, ao mês […]

7.05.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

Tenha fé! (mas o que é “ter fé”?)

Seguimos em quarentena com nossas atividades e nossa vida diária com grandes restrições. O mundo […]

19.03.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

SERVIÇOS APENAS PELA INTERNET

“Quando houver fome na terra ou peste, (…) ou houver alguma praga ou doença, toda […]

17.03.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

ADIAMENTO DO 14° CONGRESSO

Prezado(a) irmão(ã), shalom! Gostaríamos de comunicar a todos que devido à grande propagação do coronavírus, […]

5.03.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

Justiça, Justiça seguirás

“A justiça (tsedék) seguirás, somente a justiça, para que vivas e possuas em herança a […]

3.03.2020 . Por Matheus Zandona Guimarães

A FESTA DE PURIM

O livro de Ester tem representado uma grande incógnita para muitos teólogos cristãos e estudiosos judeus há vários séculos. A principal razão para tal caracterização se dá pelo fato de não se ter mencionado no livro de Ester o nome de D-us; ou seja, o tetragrama não é mencionado sequer uma única vez ao longo do enredo descrito. Mas, porque os sábios e escribas judeus optaram por incluir o livro de Ester entre os escritos sagrados, aceitando sua história como verídica? Quais foram os critérios utilizados para se aceitar o livro de Ester como sendo “divinamente” inspirado?