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18.07.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

E as pedras clamarão…

Visitar Israel deveria ser o desejo de todo discípulo de Yeshua, seja ele judeu ou não. Conhecer de perto os locais por onde passaram, viveram, morreram e lutaram nossos patriarcas é, sem dúvida, uma experiência única. Em Israel, cada monte, cada vale, cada cidade e cada ruína possuem uma riqueza histórica fenomenal. Recordo-me de minha primeira vez na Terra Santa, em 1998, quando ainda havia relativa paz com os Palestinos. Por todos os lugares os quais passávamos de carro no caminho do aeroporto de Tel-Aviv para Jerusalém, Joseph Shulam chamava minha atenção para um monte, uma ruína, um vale, onde alguém ou algo bíblico teria acontecido. Era como se houvéssemos viajado no tempo e na história, vendo os lugares e eventos dos quais tantas vezes líamos na Bíblia se tornarem reais. Pude constatar a materialização de uma paisagem que só existia em meu coração e em minha mente, gerado pelo estudo da Torá, dos Profetas e dos Escritos (incluo neste último a Brit Chadashá).

19.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Restauração Já!!!

No último dia 14 de abril de 2017, o Ministério Ensinando de Sião teve o […]

18.04.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

Um estado palestino? Qual o posicionamento de Israel?

 Por Daniel Juster Alguns dos meus amigos acham a política de Israel muito confusa. O […]

2.02.2017 . Por Matheus Zandona Guimarães

UMA Torá… MUITOS Povos!

Shalom! Vejam, vou ser bem direto e honesto com vocês: o que vocês acham que […]

29.11.2016 . Por Matheus Zandona Guimarães

Even ha Ezer – Os 20 anos do Ministério Ensinando de Sião

Even Há Ezer – Até aqui nos ajudou o Eterno! Os 20 anos do Ministério […]

21.06.2016 . Por Matheus Zandona Guimarães

Onde está a Arca da Aliança?

Por Matheus Z. Guimarães Um dos maiores desejos de arqueólogos de várias partes do planeta […]

1.10.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

Que tal celebrar Tabernáculos em Israel? Uma reflexão.

É sempre bom ver as ruas de Jerusalém repletas de turistas e grupos que expressam seu apoio ao Estado de Israel e ao povo judeu durante a Festa de Sucôt (Tabernáculos). Em dias de grande antissemitismo (ou “antissionismo”, como dizem agora), todo apoio político, social e principalmente econômico é mais do que bem-vindo em Israel! Expresso aqui minha gratidão à organizações que se denominam Amigas de Israel e que demonstram tal posicionamento visitando e ajudando Israel e seu povo nesta época festiva.

30.08.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

O Terceiro Templo

A questão sobre a construção de um terceiro Templo em Jerusalém está sempre presente em círculos teológicos cristãos e judaicos. Alguns creem que, pelo fato do Novo Testamento afirmar que nossos corpos são “templo do Espírito Santo” (I Co 6:19), não há necessidade de se reconstruir um templo físico em Israel.

Mas, da mesma forma que os seres humanos possuem um corpo, uma alma e um espírito, Deus não só se manifesta no meio espiritual, mas também no físico. O apóstolo Paulo fala a respeito desse mistério: “Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual”. (I Co 15:44)

19.06.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

Quem me ama, guarda os meus mandamentos

A palavra em hebraico para Mandamento é מִצְוָה (Mitzvá). Ela vem da raíz צִוָּה “tsivá”, que significa “comandar”, mas também “direcionar” e/ou “apontar”. Nas Escrituras, os “mitzvôt” (mandamentos) referem-se aos 613 mandamentos prescritos, dos quais 248 são mandamentos positivos (Mitzvôt Taassê – mandamentos sobre o que se fazer) e 365 são negativos (Mitzvôt lô Taassê – mandamentos sobre o que não se fazer). É como se através de sua guarda e estudo, os mandamentos nos “apontassem” em direção ao Eterno. Eles nos revelam D-us e Seu caráter, e nos fazem vivenciar uma realidade celestial com princípios divinos e insondáveis, aqui mesmo em nosso dia-a-dia.

7.02.2015 . Por Matheus Zandona Guimarães

Brit Milá – Uma Aliança Perpétua

De acordo com a Halachá (Lei de conduta) judaica, uma criança nascida de mãe judia é considerada também judia, mesmo que o pai não seja judeu. A descendência de um judeu, casado com uma não-judia, não é considerada judaica, segundo o rabinato oficial. Mas biblicamente, a linhagem deve ser considerada por intermédio do pai, como descrito nas várias genealogias da Torá e dos Escritos Sagrados. Também na Brit Chadashá (Novo Testamento), os evangelhos de Mateus e Lucas atestam a importância para o judeu de se comprovar a linhagem Davídica de Yeshua, pois o Messias deveria ser da Casa de Davi.