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9.07.2014 . Por Matheus Zandona Guimarães

Últimas notícias direto de ISRAEL

Gostaria de agradecer a todos pelas orações a nosso favor aqui em Israel. Como tenho postado em minha página no facebook (www.facebook.com/mzandonna), a mídia ocidental insiste em mostrar tendenciosamente os fatos ocorridos por aqui, incitando as pessoas ao impreciso juízo em relação a Israel e também aos palestinos. Portanto, estando aqui e acompanhando de perto os últimos acontecimentos, achei por bem escrever um breve relato para trazer luz e esclarecimento a pessoas que desejam entender e também interceder pela Paz de Israel.

27.08.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

Desvendando o “Dom de Línguas” – Uma análise Judaico-Messiânica

Um dos objetos de estudo da teologia mais apreciado e estudado ao longo dos séculos é a profecia e o ato de profetizar. Tanto nos meios judaicos como nos meios cristãos, tem-se a figura do profeta נביא (Naví, em hebraico) como uma autoridade divina, sendo o “porta-voz” da vontade e do direcionamento de Deus a indivíduos e nações. Às vezes honrados e quase sempre perseguidos exatamente pela legitimidade de seu dom, os profetas hebreus desempenham um papel fundamental para a compreensão do Deus criador e seus propósitos para Israel e para a humanidade. Porém, este fenômeno bíblico, que em hebraico é chamado de נְבוּאָה “Nevuá” (profecia), é bem mais vasto e rico do que sua simples tradução nos apresenta. O conceito de “profetizar” assumiu uma compreensão comum de “prever o futuro”, “anunciar juízos” ou “proferir bênçãos”. Porém, uma rápida análise semântica das ocorrências na Tanách do ato de “profetizar” nos mostra que tal fenômeno vai muito além das ações supra citadas, como veremos a seguir.

12.08.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

Consolai, consolai o Meu Povo!

As palavras do profeta Isaías, proferidas há mais de 2700 anos, não poderiam ser mais oportunas. O Deus criador dos céus e da Terra proferiu, através do profeta Isaías, um mandamento atemporal, ou seja, desvinculado de sua época e válido até os dias de hoje:

“Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do SENHOR por todos os seus pecados.” (Is 40:1-2)

“Nachamú” (consolai), exclamou o profeta! Muitos acham que o moderno Estado de Israel, com suas cidades, seu exército e sua tecnologia, não precisa mais de consolo. Certa vez ouvi de uma pessoa a frase: “Quando Jerusalém estava desolada e os judeus dispersos pelo mundo, tínhamos que consolar a Israel. Mas agora, após o ano de 1948, os judeus é que devem consolar o mundo!”. Mal sabia esta pessoa que Israel ainda sofre e ainda está desolado, e seu povo ainda se encontra na diáspora. Apesar das cidades e da riqueza do moderno Estado, o povo de Israel ainda sofre uma diáspora moral e espiritual. Saímos da galút (diáspora), mas a galút não saiu do nosso interior!

26.02.2013 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Menorah

A Menorá (candelabro de sete pontas) é, sem dúvida, o símbolo judaico mais antigo e mais imponente de que se tem relato. Ela também representa, desde os tempos mosaicos, Israel e o povo judeu. Mas o que realmente este maravilhoso símbolo milenar representa? Qual será seu verdadeiro significado? Para responder estas e outras perguntas, vejamos o primeiro texto na Torá onde a Menorá é descrita:

19.12.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

Refletindo sobre Eclesiologia e combatendo falsos ensinos

A concretização da ruptura do cristianismo com Jerusalém e sua ida para Roma se deu no séc. IV d.C. Em 325 d.C., em Níceia (Turquia) os bispos do então império reuniram-se para definir o cristianismo e seus dogmas, sob ordens do primeiro imperador cristão Constantino (que de Cristão nunca teve absolutamente NADA!). Aí foi criado o Cristianismo. Nenhum líder judeu da Igreja foi convidado a participar.

21.11.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS”

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolheram chamar a terra que eles controlavam de ‘Palestina’, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.” Golda Meir

18.10.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Incoerência da Teologia da Substituição

O espírito triunfalista da Igreja em relação a ISRAEL tem sido o motivo de seu distanciamento em relação ao propósito divino. Pseudo-teólogos e orgulhosas denominações que se acham detentoras da fé e guardiãs da sã doutrina, não fazem a mínima idéia que são as promessas dadas a Israel (dentre elas, o próprio Cristo) que sustentam a sua fé (Rm 9:5-4, 15:27). Quem rejeita a Israel está rejeitando sua própria salvação. (Jo 4:22).

2.07.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O 1º Museu da História da Inquisição do Brasil

“O Brasil terá seu primeiro museu sobre a história da Inquisição, revelando verdades que foram escondidas.”

A inquisição chegou a Portugal em dezembro de 1496, quando Dom Manuel casou-se com a viúva do Rei Ferdinando Aragão da Espanha, que havia expulsado os judeus daquele país em 1492. A partir de então, as leis da Inquisição, o Santo Ofício e os Autos-de-fé foram introduzidos em Portugal.

Assim, o Brasil nasceu durante plena Inquisição Íbero-lusitana que durou quase três séculos e meio. Na verdade, o Brasil foi como um “Mar Vermelho” que se abriu para milhares de judeus portugueses que foram forçados sob pena de morte à conversão ao catolicismo. Eram os chamados Cristãos-Novos. “Marranos”, “Anussim” ou mesmo “Criptos-Judeus” que esperavam encontrar no Brasil um lugar mais seguro para se viver, pelo menos, longe das fogueiras inquisitoriais. Entretanto, em 1591, o Brasil recebeu pela primeira vez o Inquisidor português Heitor Furtado de Mendonça que aqui instalou uma extensão do Santo Ofício para perseguir, processar, deportar, torturar e condenar esses imigrantes e seus descendentes, dos quais muitos terminaram executados nas fogueiras da Inquisição em Lisboa.

3.06.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

ALERTA!

Você consultaria com um médico que não tem registro no CRM? Contrataria um advogado que não é reconhecido pela OAB? Por que então muitas pessoas acreditam quando alguém surge do nada se dizendo “rabino messiânico” ou “rosh” e abre um trabalho supostamente “judaico-messiânico”? Por que não checam as referências, as credenciais, as ordenações e por quem tal trabalho é reconhecido? Por mais recente que o movimento judaico-messiânico seja no Brasil, há sempre a responsabilidade de se atestar as referências de qualquer trabalho que se auto-intitule “Judaico-Messiânico”. Podemos ainda ser poucos em Israel e no mundo, mas nos conhecemos mutuamente e tentamos nos unir apesar das diversidades. Para isso, existem organizações nos EUA, Europa e ISRAEL que atestam a seriedade e a LEGITIMIDADE de qualquer trabalho judaico-messiânico ao redor do mundo. Se um trabalho se auto-intitula Judaico-Messiânico, mas não é reconhecido nem conhecido por nenhuma organização judaico-messiânica séria e idônea, nem por nenhum líder judeu-messiânico de prestígio, já temos um PÉSSIMO sinal que há algo errado…

2.06.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O Contexto Descontextualizante

Um certo índio, membro de uma das tribos ainda sem contato com o homem branco, possuía uma missão especial. Em sua tribo, ele era um dos responsáveis por preparar o alimento. Em especial, sua tarefa era esquentar a água a ser utilizada no preparo dos extratos e sumo de raízes. Para realizar tal responsabilidade, ele utilizava folhas muito finas de uma planta da região, dobradas e amarradas formando uma espécie de concha. A água era colocada dentro deste recipiente feito de folhas e este era levado ao fogo. Quando a água começava a ferver, ele a levava para outro índio, que já estava com sua mistura pronta, aguardando a água quente. Assim, a comida era preparada e todos da tribo se alimentavam com fartura.