Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 10

Artigos e estudos

2.07.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O 1º Museu da História da Inquisição do Brasil

“O Brasil terá seu primeiro museu sobre a história da Inquisição, revelando verdades que foram escondidas.”

A inquisição chegou a Portugal em dezembro de 1496, quando Dom Manuel casou-se com a viúva do Rei Ferdinando Aragão da Espanha, que havia expulsado os judeus daquele país em 1492. A partir de então, as leis da Inquisição, o Santo Ofício e os Autos-de-fé foram introduzidos em Portugal.

Assim, o Brasil nasceu durante plena Inquisição Íbero-lusitana que durou quase três séculos e meio. Na verdade, o Brasil foi como um “Mar Vermelho” que se abriu para milhares de judeus portugueses que foram forçados sob pena de morte à conversão ao catolicismo. Eram os chamados Cristãos-Novos. “Marranos”, “Anussim” ou mesmo “Criptos-Judeus” que esperavam encontrar no Brasil um lugar mais seguro para se viver, pelo menos, longe das fogueiras inquisitoriais. Entretanto, em 1591, o Brasil recebeu pela primeira vez o Inquisidor português Heitor Furtado de Mendonça que aqui instalou uma extensão do Santo Ofício para perseguir, processar, deportar, torturar e condenar esses imigrantes e seus descendentes, dos quais muitos terminaram executados nas fogueiras da Inquisição em Lisboa.

29.06.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

“E todo Israel será salvo…” – Como entender este versículo de Rm 11?

Nesta semana eu recebi uma importante pergunta de um irmão amigo e imediatamente lhe respondi conforme o texto abaixo, o qual gostaria de compartilhar com todos vocês.

Pergunta: – Com base nos versos acima, sempre acreditei que os judeus zelosos da lei nestes últimos dois mil anos, seriam salvos “quanto à eleição, amados por causa dos pais,” (Rom.11.28), mesmo não aceitando o testemunho de Yeshua. O que o senhor tem a dizer a respeito, Rabino Marcelo Guimarães?

18.06.2012 . Por Benjamin Netanyahu

Depoimento de Netanyahu sobre a “Rio+20”

Israel tem o prazer de fazer parte da “Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20)”, no Rio de Janeiro. Desenvolvimento sustentável é, na realidade, fazer mais com menos. E, nesta área, em fazer mais utilizando menos, Israel é difícil de ser superado. Um exemplo é a água. Israel hoje é um líder mundial em eficiência no uso de água. Nós reutilizamos 77% do nosso esgoto municipal. Depois de nós, o segundo melhor país do mundo reutiliza 17%. Essa é uma diferença muito grande. Israel também é o líder mundial em irrigação por gotejamento, sendo que mais de 90% das nossas culturas irrigadas utilizam esta técnica. Devido a essas e outras inovações, os israelenses usam menos água per capita hoje do que fazíamos há algumas décadas atrás, apesar de termos mais recursos. Isso realmente supera a tendência mundial. E quanto à comida? Neste campo Israel também tem sido um líder inovador. Por exemplo, há trinta anos, um visionário israelense fundou a primeira fazenda de gado leiteiro computadorizada no Kibutz Ofikim, no Vale do Jordão. Em pouco tempo, Afikim tornou-se líder mundial na produção de leite. Hoje esse mesmo kibutz está exportando seu “know-how” e informatização de fazendas para mais de 50 países ao redor do mundo.

6.06.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

O Capital Humano e a Engenharia Espiritual

Nunca se investiu tanto nos últimos anos no capital humano. As universidades em parcerias com as empresas têm buscado juntas um aprimorar e aperfeiçoamento do capital humano. A mão-de-obra especializada cada vez mais é requerida desde um simples operário até aquele que é treinado para chefiar grandes corporações do mundo dos negócios.

Cada vez mais, se investe no capital humano. Procuram-se super homens, super dirigentes, capacitados e habilitados para enfrentar os desafios e as circunstâncias adversas de um mundo cada vez mais competitivo e globalizado.

3.06.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

ALERTA!

Você consultaria com um médico que não tem registro no CRM? Contrataria um advogado que não é reconhecido pela OAB? Por que então muitas pessoas acreditam quando alguém surge do nada se dizendo “rabino messiânico” ou “rosh” e abre um trabalho supostamente “judaico-messiânico”? Por que não checam as referências, as credenciais, as ordenações e por quem tal trabalho é reconhecido? Por mais recente que o movimento judaico-messiânico seja no Brasil, há sempre a responsabilidade de se atestar as referências de qualquer trabalho que se auto-intitule “Judaico-Messiânico”. Podemos ainda ser poucos em Israel e no mundo, mas nos conhecemos mutuamente e tentamos nos unir apesar das diversidades. Para isso, existem organizações nos EUA, Europa e ISRAEL que atestam a seriedade e a LEGITIMIDADE de qualquer trabalho judaico-messiânico ao redor do mundo. Se um trabalho se auto-intitula Judaico-Messiânico, mas não é reconhecido nem conhecido por nenhuma organização judaico-messiânica séria e idônea, nem por nenhum líder judeu-messiânico de prestígio, já temos um PÉSSIMO sinal que há algo errado…

2.06.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O Contexto Descontextualizante

Um certo índio, membro de uma das tribos ainda sem contato com o homem branco, possuía uma missão especial. Em sua tribo, ele era um dos responsáveis por preparar o alimento. Em especial, sua tarefa era esquentar a água a ser utilizada no preparo dos extratos e sumo de raízes. Para realizar tal responsabilidade, ele utilizava folhas muito finas de uma planta da região, dobradas e amarradas formando uma espécie de concha. A água era colocada dentro deste recipiente feito de folhas e este era levado ao fogo. Quando a água começava a ferver, ele a levava para outro índio, que já estava com sua mistura pronta, aguardando a água quente. Assim, a comida era preparada e todos da tribo se alimentavam com fartura.

31.05.2012 . Por Dan Calic

A Divisão Judaico-Cristã

Porque os cristãos e os judeus devem superar equívocos mútuos em prol da reconciliação

Por Dan Calic

Um dos desafios que impedem a melhoria das relações entre cristãos e judeus é que ambos têm idéias equivocadas um a respeito do outro.

Por exemplo, um dos maiores equívocos é que a maioria dos judeus e dos cristãos pensa que Jesus abandonou o Judaísmo, a religião de Seu nascimento, a fim de iniciar o cristianismo. Ambos estão incorretos.

19.04.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O elo perdido

O Ministério Ensinando de Sião – BRASIL está disponibilizando gratuitamente em seu portal no youtube (www.youtube.com/tvsiaobrasil) o estudo: O ELO PERDIDO – A Doutrina Apostólica para a Igreja sobre Israel, de autoria do professor Matheus Zandona Guimarães. Este estudo representa uma das FUNDAÇÕES da visão da Restauração da Igreja aos moldes do livro de Atos. Representa também o trabalho do Ministério Judaico-Messiânico Ensinando de Sião na pessoa de seus líderes e fundadores, tanto no Brasil como em ISRAEL. Saiba qual é a doutrina Apostólica que tem sido mascarada e negligenciada há quase 2000 mil anos pelos pais da Igreja Católica e também pelos pais da Reforma Protestante, impedindo que a Igreja entenda e vivencie em plenitude sua identidade em Cristo, a qual, além de comprada e remida pelo sangue do Cordeiro, foi também feita concidadã e co-herdeira com Israel nas Promessas e Alianças de Deus. ESTUDO IMPERDÍVEL E FUNDAMENTAL PARA TODOS OS QUE DESEJAM ENTENDER A VISÃO DA RESTAURAÇÃO DAS RAÍZES DA FÉ.

19.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

Luz para as nações…

Ocorreu em Belo Horizonte, MG, entre os dias 19 e 21 de fevereiro, o 6º Congresso Internacional Restaurando a Igreja Rumo ao 1º Século, organizado pelo Ministério Judaico-Messiânico Ensinando de Sião. Destinado à líderes cristãos interessados na Restauração da fé cristã e na re-aproximação da Igreja com Israel, o Congresso Restauração contou com ilustres palestrantes especialmente convidados para esta 6ª edição, dentre eles o rabino messiânico Joseph Shulam (Presidente do Ministério Netivyah e líder de uma das primeiras congregações de Judeus discípulos de Yeshua do moderno Estado de Israel) e o Dr. David Stern, tradutor da Bíblia Judaica e autor do Comentário Judaico do Novo Testamento (ambos já publicados em língua portuguesa). Estiveram presentes também o filho do Rabino Joseph Shulam, Barry Shulam, o autor Victor Escroingnard (judeu messiânico residente em Jerusalém) e o empresário chinês Tony Tam, que veio diretamente de Hong Kong onde divulga entre a Igreja da Ásia o movimento de “Retorno a Jerusalém”.

19.04.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

1ª Conferência Nacional dos Anussim Messiãnicos

Com essas palavras carregadas de esperança e determinação profética, teve início a 1ª Conferência dos Anussim Messiânicos na Congregação Har Tzion, em Belo Horizonte. Mais de 500 participantes de várias partes do Brasil compareceram a este evento histórico e tão importante para os descendentes de judeus do período da Inquisição. Além dos temas históricos e bíblicos tratados durante o evento, abordou-se pela primeira vez a questão da FÉ que grande parte desses descendentes possui. Descendentes de Judeus que crêem em Yeshua (Jesus) como o Messias e não desejam abrir mão desse legado profético estiveram juntos pela primeira vez para traçarem metas, compartilharem experiências e clamar por uma intervenção divina em seu processo de restauração ao seio da nação judaica.