Artigos e estudos | Ensinando de Sião - Part 9

Artigos e estudos

21.11.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS”

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolheram chamar a terra que eles controlavam de ‘Palestina’, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.” Golda Meir

8.11.2012 . Por Daniel Juster

Israel e as Nações: A Chave para entender a Bíblia

Em meados de julho, na Conferência da União das Congregações Judaico-Messiânicas, o Dr. Craig Blaising apresentou uma teologia sobre Israel e a Igreja. Fiquei impressionado e emocionado com seu discurso. Quem é Dr. Blaising? Ele é o reitor do South Western Baptist Theological Seminary, em Fort Worth, Texas – o maior Seminário Evangélico nos Estados Unidos. A posição do Dr. Blaising concorda com os meus próprios pontos de vista enunciados em meus livros, Raízes Judaicas, uma base da Teologia Bíblica e o Chamado Irrevogável. Sua posição concorda também com o magnífico livro de R. Kendall Soulen, O Deus de Israel e a Teologia Cristã.

18.10.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

A Incoerência da Teologia da Substituição

O espírito triunfalista da Igreja em relação a ISRAEL tem sido o motivo de seu distanciamento em relação ao propósito divino. Pseudo-teólogos e orgulhosas denominações que se acham detentoras da fé e guardiãs da sã doutrina, não fazem a mínima idéia que são as promessas dadas a Israel (dentre elas, o próprio Cristo) que sustentam a sua fé (Rm 9:5-4, 15:27). Quem rejeita a Israel está rejeitando sua própria salvação. (Jo 4:22).

25.09.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

Museu da Inquisição recebe homenagem da Câmara Municipal de Belo Horizonte

Gostaria inicialmente de agradecer de coração ao querido amigo e irmão Vereador Divino Pereira de quem partiu esta iniciativa de homenagear com o Diploma de Honra ao Mérito ao Primeiro Museu da História da Inquisição no Brasil. O vereador Divino Pereira é da nossa região da Pampulha e tem trabalhado efetivamente para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que nessa região residem e em toda a BH.

5.09.2012 . Por Joseph Shulam

Museu da História da Inquisição, considerações de Joseph Shulam

A inauguração e dedicação do Museu da Inquisição em Belo Horizonte, Brasil, foi um grande sucesso e um marco na relação entre os discípulos judeus de Yeshua e a comunidade. O Museu que foi uma iniciativa da Associação Brasileira dos Judeus Descendentes da Inquisição (ABRADJIN) em cooperação com o Netivyah e outros foi essencialmente o trabalho do nosso querido irmão Marcelo Miranda Guimarães. Todos nós devemos aprender que estabelecer relações através do serviço e interesse mútuo é ao longo do tempo a ponte mais eficaz construída entre comunidades inteiras. As formas dos Amalequitas e dos Amonitas não têm sido eficazes no que é chamado de “Evangelização dos Judeus”. Quais são estas formas? A respeito de Amaleque está escrito em Deuteronômio 25:17-18, “Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito; como te veio ao encontro no caminho e te atacou na retaguarda todos os desfalecidos que iam após ti, quando estavas abatido e afadigado; e não temeu a Deus”.

19.07.2012 . Por Joshua Brumbach

Rabinos que pensaram por si próprios

O mito comum divulgado pelos anti-missionários (judeus religiosos que são contra a existência de Judeus Messiânicos) é que os judeus que crêem em Yeshua são ignorantes a respeito do judaísmo e foram enganados ao acreditar que Yeshua é o Messias. O argumento usado é: “Se você realmente entendesse o ‘verdadeiro Judaísmo da Torá’ você não teria sido desviado”!

Outro mito que dizem é que Yeshua não poderia ser o Messias porque nenhum rabino respeitado jamais acreditou em tal coisa.

2.07.2012 . Por Matheus Zandona Guimarães

O 1º Museu da História da Inquisição do Brasil

“O Brasil terá seu primeiro museu sobre a história da Inquisição, revelando verdades que foram escondidas.”

A inquisição chegou a Portugal em dezembro de 1496, quando Dom Manuel casou-se com a viúva do Rei Ferdinando Aragão da Espanha, que havia expulsado os judeus daquele país em 1492. A partir de então, as leis da Inquisição, o Santo Ofício e os Autos-de-fé foram introduzidos em Portugal.

Assim, o Brasil nasceu durante plena Inquisição Íbero-lusitana que durou quase três séculos e meio. Na verdade, o Brasil foi como um “Mar Vermelho” que se abriu para milhares de judeus portugueses que foram forçados sob pena de morte à conversão ao catolicismo. Eram os chamados Cristãos-Novos. “Marranos”, “Anussim” ou mesmo “Criptos-Judeus” que esperavam encontrar no Brasil um lugar mais seguro para se viver, pelo menos, longe das fogueiras inquisitoriais. Entretanto, em 1591, o Brasil recebeu pela primeira vez o Inquisidor português Heitor Furtado de Mendonça que aqui instalou uma extensão do Santo Ofício para perseguir, processar, deportar, torturar e condenar esses imigrantes e seus descendentes, dos quais muitos terminaram executados nas fogueiras da Inquisição em Lisboa.

29.06.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

“E todo Israel será salvo…” – Como entender este versículo de Rm 11?

Nesta semana eu recebi uma importante pergunta de um irmão amigo e imediatamente lhe respondi conforme o texto abaixo, o qual gostaria de compartilhar com todos vocês.

Pergunta: – Com base nos versos acima, sempre acreditei que os judeus zelosos da lei nestes últimos dois mil anos, seriam salvos “quanto à eleição, amados por causa dos pais,” (Rom.11.28), mesmo não aceitando o testemunho de Yeshua. O que o senhor tem a dizer a respeito, Rabino Marcelo Guimarães?

18.06.2012 . Por Benjamin Netanyahu

Depoimento de Netanyahu sobre a “Rio+20”

Israel tem o prazer de fazer parte da “Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20)”, no Rio de Janeiro. Desenvolvimento sustentável é, na realidade, fazer mais com menos. E, nesta área, em fazer mais utilizando menos, Israel é difícil de ser superado. Um exemplo é a água. Israel hoje é um líder mundial em eficiência no uso de água. Nós reutilizamos 77% do nosso esgoto municipal. Depois de nós, o segundo melhor país do mundo reutiliza 17%. Essa é uma diferença muito grande. Israel também é o líder mundial em irrigação por gotejamento, sendo que mais de 90% das nossas culturas irrigadas utilizam esta técnica. Devido a essas e outras inovações, os israelenses usam menos água per capita hoje do que fazíamos há algumas décadas atrás, apesar de termos mais recursos. Isso realmente supera a tendência mundial. E quanto à comida? Neste campo Israel também tem sido um líder inovador. Por exemplo, há trinta anos, um visionário israelense fundou a primeira fazenda de gado leiteiro computadorizada no Kibutz Ofikim, no Vale do Jordão. Em pouco tempo, Afikim tornou-se líder mundial na produção de leite. Hoje esse mesmo kibutz está exportando seu “know-how” e informatização de fazendas para mais de 50 países ao redor do mundo.

6.06.2012 . Por Marcelo M. Guimarães

O Capital Humano e a Engenharia Espiritual

Nunca se investiu tanto nos últimos anos no capital humano. As universidades em parcerias com as empresas têm buscado juntas um aprimorar e aperfeiçoamento do capital humano. A mão-de-obra especializada cada vez mais é requerida desde um simples operário até aquele que é treinado para chefiar grandes corporações do mundo dos negócios.

Cada vez mais, se investe no capital humano. Procuram-se super homens, super dirigentes, capacitados e habilitados para enfrentar os desafios e as circunstâncias adversas de um mundo cada vez mais competitivo e globalizado.